Blucher Chemical Engineering Proceedings
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AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE MANDIOCA PRODUZIDA EM DIFERENTES ESTADOS DO PAÍS.
AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE MANDIOCA PRODUZIDA EM DIFERENTES ESTADOS DO PAÍS.
COSTA, L. de O.; BARROS, L.; SILVA, M. M. de O.
Artigo:
As farinhas de mandioca, do grupo d’água e seca, de diferentes Estados do Brasil, foram analisadas no laboratório de análises química da secretaria de desenvolvimento agrário do estado do Ceará. Visando à adequação do produto à legislação vigente foram realizadas as determinações de teor de umidade, cinzas, fibra bruta, acidez e amido. O valor máximo permitido pela Legislação para o teor de umidade é de 13%, as amostra analisadas apresentaram resultados entre 5,41% e 11,22%. Segundo a legislação o teor máximo de cinzas é de 1,4%, estando os valores obtidos para as amostras entre 0,67% e 1,35%. O teor de amido mínimo adotado pela legislação é de 70%, os resultados variaram entre 84,97 e 93,79%. Para a fibra bruta a legislação estipula valor máximo de 2,3%, as amostras obtiveram valores bastante variáveis entre 2,21% e 0,29%. Todas as variáveis analisadas destes produtos apresentaram resultados condizentes com a Legislação Brasileira, podendo estes, serem consumidos com segurança e qualidade.
As farinhas de mandioca, do grupo d’água e seca, de diferentes Estados do Brasil, foram analisadas no laboratório de análises química da secretaria de desenvolvimento agrário do estado do Ceará. Visando à adequação do produto à legislação vigente foram realizadas as determinações de teor de umidade, cinzas, fibra bruta, acidez e amido. O valor máximo permitido pela Legislação para o teor de umidade é de 13%, as amostra analisadas apresentaram resultados entre 5,41% e 11,22%. Segundo a legislação o teor máximo de cinzas é de 1,4%, estando os valores obtidos para as amostras entre 0,67% e 1,35%. O teor de amido mínimo adotado pela legislação é de 70%, os resultados variaram entre 84,97 e 93,79%. Para a fibra bruta a legislação estipula valor máximo de 2,3%, as amostras obtiveram valores bastante variáveis entre 2,21% e 0,29%. Todas as variáveis analisadas destes produtos apresentaram resultados condizentes com a Legislação Brasileira, podendo estes, serem consumidos com segurança e qualidade.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/chemeng-cobeq2014-0051-27317-162272
Referências bibliográficas
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- [5] Área temática: Engenharia e Tecnologia de Alimentos 6Instituto Adolfo Lutz. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz: métodos químicos e físicos para análises de alimentos. 4ª ed. São Paulo, 1° Ed. digital, 1002 p., 2008.
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Como citar:
COSTA, L. de O.; BARROS, L.; SILVA, M. M. de O.; "AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE MANDIOCA PRODUZIDA EM DIFERENTES ESTADOS DO PAÍS.", p-3005-3011.
In: Anais do XX Congresso Brasileiro de Engenharia Química - COBEQ 2014 [= Blucher Chemical Engineering Proceedings, v.1, n.2].
São Paulo: Blucher,
2015.
ISSN 23591757,
DOI 10.5151/chemeng-cobeq2014-0051-27317-162272
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L. de O. COSTA, L. BARROS, M. M. de O. SILVA, AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE MANDIOCA PRODUZIDA EM DIFERENTES ESTADOS DO PAÍS., Blucher Chemical Engineering Proceedings, Volume 1, 2015, Pages 3005-3011, ISSN 23591757, http://dx.doi.org/10.5151/chemeng-cobeq2014-0051-27317-162272 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/avaliao-fsico-qumica-da-farinha-de-mandioca-produzida-em-diferentes-estados-do-pas-16991) Palavras-chave:: ;