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Avaliação da Atividade Antimicrobiana de Extratos Vegetais de Espécies do Cerrado Frente A Isolados Clínicos de Staphylococcus Aureus Resistente À Meticilina (Mrsa)

Avaliação da Atividade Antimicrobiana de Extratos Vegetais de Espécies do Cerrado Frente A Isolados Clínicos de Staphylococcus Aureus Resistente À Meticilina (Mrsa)

Florenço, Alyson Mykael Albuquerque; Silva, Thaís Soares da; Fernandes, João Geraldo Carvalho; Araújo, Thiago Antônio de Sousa; Amorim, Elba Lucia Cavalcanti de; Pranchevicius, Maria Cristina da Silva; Cavalcanti, Isabella Macário Ferro;

Abstract:

Introdução: A comunidade científica tem empreendido esforços para desenvolver ou descobrir novas classes de antibióticos, especialmente a partir de produtos de origem natural empregados na medicina popular. Diversos micro-organismos estão envolvidos nas infecções nosocomiais, tendo destaque para o Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA), uma vez que esta bactéria é causa frequente de morbimortalidade, principalmente em pacientes imunodeprimidos. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicrobiana de extratos vegetais de espécies coletadas no Cerrado brasileiro frente a isolados clínicos de MRSA. Material e Métodos: Inicialmente foram preparados extratos brutos etanólicos e extratos fracionados (hexano, diclometano e etanol) de 4 plantas do Cerrado. Os nomes das plantas não serão divulgados, uma vez que estamos em trâmites de depósito de patente. O extrato da fração etanólica e o extrato bruto foram utilizados para testar a atividade antimicrobiana frente à MRSA pela determinação da concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração bactericida mínima (CBM) pelo método da microdiluição em caldo de acordo com o Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI). Resultados e Discussão: Todos os extratos apresentaram atividade bacteriostática frente aos dez isolados clínicos de MRSA (CIM = 31 - 250 µg/mL). Não houve diferença nos valores de CIM e CBM entre os extratos brutos e suas respectivas frações etanólicas. Dos extratos analisados os da casca e folha de uma das plantas parecem apresentar uma atividade antibacteriana mais efetiva, uma vez que seus valores de CIM sempre se apresentaram inferiores em relação aos demais. Adicionalmente, o extrato bruto obtido da folha de uma das plantas, assim como a sua fração, apresentaram efeito bactericida (CBM = 250 µg/mL) frente a 50% dos isolados testados e o extrato bruto da casca desta mesma espécie, assim como sua fração, foram bactericida frente a 10% dos isolados. Conclusão: Desta forma, das espécies do Cerrado analisadas, os extratos brutos e as frações etanólicas das cascas e folhas de uma delas, parecem ser as melhores alternativas para o tratamento de infecções provocadas pelo MRSA

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Palavras-chave: Atividade antibacteriana, Extratos, Plantas do Cerrado, MRSA,

Palavras-chave:

DOI: 10.5151/foodsci-microal-309

Referências bibliográficas
Como citar:

Florenço, Alyson Mykael Albuquerque; Silva, Thaís Soares da; Fernandes, João Geraldo Carvalho; Araújo, Thiago Antônio de Sousa; Amorim, Elba Lucia Cavalcanti de; Pranchevicius, Maria Cristina da Silva; Cavalcanti, Isabella Macário Ferro; "Avaliação da Atividade Antimicrobiana de Extratos Vegetais de Espécies do Cerrado Frente A Isolados Clínicos de Staphylococcus Aureus Resistente À Meticilina (Mrsa)", p. 83-84 . In: Proceedings of the XII Latin American Congress on Food Microbiology and Hygiene [=Blucher Food Science Proceedings, v.1, n.1]. São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2359-201X, DOI 10.5151/foodsci-microal-309

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