Blucher Chemical Engineering Proceedings
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AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE PECTINASES COMERCIAIS IMOBILIZADAS E TRATADAS COM FLUIDO PRESSURIZADO
AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE PECTINASES COMERCIAIS IMOBILIZADAS E TRATADAS COM FLUIDO PRESSURIZADO
DEMAMAN ORO, C. E.; GAIO, I.; VALDUGA, E.; FURIGO JR., A.; NYARI, N. L. D.; FERNANDES, I. A.; GRABOSKI, A. M.; DARONCH, N. A.
Artigo Completo:
Pectinases, ou enzimas pectinolíticas, são produzidas por um grande número de bactérias, leveduras e fungos filamentosos, insetos, nematódeos e plantas, a fim de degradar – para a obtenção de fonte de carbono, ou para modificar, fruto em amadurecimento – o heteropolissacarídeo pectina. A escolha de um processo de imobilização para uma dada enzima depende de fatores essenciais do processo, tais como os substratos utilizados, os tipos de reações e as configurações do reator, exigindo um projeto adequado para atender às necessidades da reação. As preocupações ambientais têm alertado a comunidade científica no sentido de investigar novas maneiras de diminuir o uso de solventes orgânicos voláteis. Para este efeito, o uso de fluidos supercríticos aparece como uma alternativa interessante. No presente estudo, a enzima polimetilgalacturonato liase (PMGL) foi submetida a tratamento com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e a sua estabilidade térmica foi medida. O trabalho teve como objetivo avaliar a estabilidade térmica de pectinases comerciais imobilizadas e tratadas com fluido pressurizado.
Pectinases, ou enzimas pectinolíticas, são produzidas por um grande número de bactérias, leveduras e fungos filamentosos, insetos, nematódeos e plantas, a fim de degradar – para a obtenção de fonte de carbono, ou para modificar, fruto em amadurecimento – o heteropolissacarídeo pectina. A escolha de um processo de imobilização para uma dada enzima depende de fatores essenciais do processo, tais como os substratos utilizados, os tipos de reações e as configurações do reator, exigindo um projeto adequado para atender às necessidades da reação. As preocupações ambientais têm alertado a comunidade científica no sentido de investigar novas maneiras de diminuir o uso de solventes orgânicos voláteis. Para este efeito, o uso de fluidos supercríticos aparece como uma alternativa interessante. No presente estudo, a enzima polimetilgalacturonato liase (PMGL) foi submetida a tratamento com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e a sua estabilidade térmica foi medida. O trabalho teve como objetivo avaliar a estabilidade térmica de pectinases comerciais imobilizadas e tratadas com fluido pressurizado.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/chemeng-cobeqic2015-266-33091-252493
Referências bibliográficas
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Como citar:
DEMAMAN ORO, C. E.; GAIO, I.; VALDUGA, E.; FURIGO JR., A.; NYARI, N. L. D.; FERNANDES, I. A.; GRABOSKI, A. M.; DARONCH, N. A.; "AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE PECTINASES COMERCIAIS IMOBILIZADAS E TRATADAS COM FLUIDO PRESSURIZADO", p-1127-1132.
In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica [=Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n.3]. ISSN Impresso: 2446-8711.
São Paulo: Blucher,
2015.
ISSN 23591757,
DOI 10.5151/chemeng-cobeqic2015-266-33091-252493
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C. E. DEMAMAN ORO, I. GAIO, E. VALDUGA, A. FURIGO JR., N. L. D. NYARI, I. A. FERNANDES, A. M. GRABOSKI, N. A. DARONCH, AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE PECTINASES COMERCIAIS IMOBILIZADAS E TRATADAS COM FLUIDO PRESSURIZADO, Blucher Chemical Engineering Proceedings, Volume 1, 2015, Pages 1127-1132, ISSN 23591757, http://dx.doi.org/10.5151/chemeng-cobeqic2015-266-33091-252493 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/avaliao-da-estabilidade-trmica-de-pectinases-comerciais-imobilizadas-e-tratadas-com-fluido-pressurizado-19787) Palavras-chave:: ;