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ACESSIBILIDADE ESPACIAL EM AMBIENTES DE ENSINO BÁSICO: AS ESCOLAS MUNICIPAIS DE FORTALEZA

SANTIAGO, Zilsa Maria Pinto;

Resumo expandido:

Trata de uma linha sucessiva de pesquisas e ações de extensão em três períodos de estudo, de
2003-2005; 2007-2008 e 2016, com o objetivo de avaliar as condições de acessibilidade espacial das
escolas municipais de Fortaleza. De metodologias semelhantes, baseadas na Avaliação Pós-
Ocupação, restringindo-se a avaliação física por meio de vistoria in loco, com observação direta e
registro fotográfico dos pontos positivos e negativos referentes às condições de acesso, circulação e
uso dos ambientes e mobiliários da escola. O segundo apresenta algumas propostas de adequação
das escolas. Os resultados mostram que não atingimos os objetivos da garantia de ir e vir das
pessoas com deficiência no ambiente escolar, mas avanços estão sendo feitos no sentido de
construir um ambiente mais inclusivo.

Resumo expandido:

It deals with a succession of surveys and extension actions in three study periods, from 2003-2005;
2007-2008 and 2016, in order to evaluate the spatial accessibility conditions of the municipal schools
of Fortaleza. Similar methodologies, based on the Post-Occupancy Assessment, were restricted to
physical evaluation by means of an on-site survey, with direct observation and photographic
registration of the positive and negative points regarding the conditions of access, circulation and use
of school environments and furniture . The second presents some proposals for the adequacy of
schools. The results show that we have not achieved the goals of ensuring that people with disabilities
come and go in the school environment, but progress is being made towards building a more inclusive
environment.

Palavras-chave: acessibilidade espacial; arquitetura escolar; escola pública.,

Palavras-chave: spatial accessibility; school architecture; public school.,

DOI: 10.5151/eneac2018-r03

Referências bibliográficas
  • [1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 1994; 2014; 2015. BRASIL. Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nºs10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Conferência Mundial de Educação Especial. Salamanca, 1994. MEC. LDB Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. MEC. Plano Decenal de Educação para Todos. Brasília: MEC, 1993. MEC. CEBRACE/MEC. Sugestões para Projetos de Escolas destinadas a Deficientes Físicos. tradução de documento do Ministério de Educação de Ontário, Canadá. Brasília: CEBRACE, 1977. ORNSTEIN, Sheila; ROMÉRO, Marcelo. Avaliação Pós-Ocupação (APO) do ambiente construído. São Paulo: Studio Nobel; Editora da Universidade de São Paulo, 1992. SANTIAGO, Z. M. P. Acessibilidade física no ambiente construído: o caso das escolas municipais de ensino fundamental de Fortaleza-CE (1990 – 2003). Dissertação de Mestrado. FAUUSP, São Paulo, 2005. SANTIAGO, Z. M. P. Relatório Anual de Projeto de Extensão - Projeto Acessibilidade em Escolas de Ensino Fundamental e Médio das Redes Públicas Estadual e Municipal. Fortaleza: PREX, 2016. https://acessoescola.wordpress.com/projetos-das-escolas/ Acesso em 10/02/2018. www.fortaleza.ce.gov.br Acesso em 09/02/2004.
Como citar:

SANTIAGO, Zilsa Maria Pinto; "ACESSIBILIDADE ESPACIAL EM AMBIENTES DE ENSINO BÁSICO: AS ESCOLAS MUNICIPAIS DE FORTALEZA", p. 28-32 . In: . São Paulo: Blucher, 2018.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/eneac2018-r03

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