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FATOR DE REATIVIDADE DOS GASES DE ESCAPAMENTO PARA FORMAÇÃO DE OZÔNIO -METODOLOGIA E RESULTADOS DE VEÍCULOS NACIONAIS COMGASOLINA E GNV

Melo, Tadeu Cavalcante Cordeiro de; Loureiro, Luciana Neves; Vicentini, Pedro Caffaro; Santos, Ednardo Moreira; Almeida, José Claudino Souza;

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Com a entrada dos veículos FLEX em 2003 no mercado nacional e com a redução dos limites do PROCONVE para NMHC (hidrocarbonetos do tipo não metano), o IBAMA autorizou o desconto da emissão de etanol não queimado das emissões de NMHC. Um estudo da CETESB publicado na AEA em 2010 mencionou a necessidade de se rever o desconto do etanol não queimado uma vez que esse composto contribui para a formação de ozônio na troposfera. Em 2012 foi criado na AEA um Grupo de Trabalho para aprofundar os estudos sobre o assunto, incluindo discussões sobre a reatividade dos gases de escapamento para a formação de ozônio da gasolina e do GNV. Esse artigo apresenta o cálculo do potencial de reatividade das emissões de diferentes veículos e combustíveis (gasolina e GNV) utilizando a escala de reatividade MIR (Maximum Incremental Reactivity). Os resultados desse trabalho podem auxiliar o aprofundamento das discussões técnicas sobre o tema.

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DOI: 10.5151/engpro-simea-PAP81

Referências bibliográficas
Como citar:

Melo, Tadeu Cavalcante Cordeiro de; Loureiro, Luciana Neves; Vicentini, Pedro Caffaro; Santos, Ednardo Moreira; Almeida, José Claudino Souza; "FATOR DE REATIVIDADE DOS GASES DE ESCAPAMENTO PARA FORMAÇÃO DE OZÔNIO -METODOLOGIA E RESULTADOS DE VEÍCULOS NACIONAIS COMGASOLINA E GNV", p. 569-574 . In: In Anais do XXI Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva — SIMEA 2013. São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2357-7592, DOI 10.5151/engpro-simea-PAP81

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