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SERÁ A TRANSFERÊNCIA DA MANUFATURA PARA A ÁSIA RESPONSÁVEL PELA DESERVICILIZAÇÃO DOS PAÍSES OCIDENTAIS?

Is the transfer of manufacturing production to Asia responsible for the deservicilization of western countries?

Giovanini, Adilson; Pereira, Wallace Marcelino; Monrrone, Henrique; , ;

Artigo:

A literatura de serviços mostra que o desenvolvimento das atividades de Serviços de Negócios Intensivos em Conhecimentos (Knowledge Intensive Business Services - KIBS) depende da presença de atividades manufatureiras de elevada intensidade tecnológica, sendo esses serviços responsáveis por suprir a manufatura com conhecimentos produtivos estratégicos. Diante do processo de desindustrialização observado pelos países ocidentais e do avanço da manufatura na Ásia, principalmente na China, o objetivo desse estudo é realizar uma análise comparativa para os 19 países que concentram cerca de 80% da produção manufatureira mundial. A abordagem de subsistemas é empregada para construir indicadores de des(industrialização), de(servicilização) e des(integração) das atividades de KIBS à manufatura para o período 2000-2014, a partir de dados extraídos do World Input-Output Database (FEENSTRA et al., 2015). Os resultados mostram que o avanço da China no market-share manufatureiro mundial ajuda a explicar a desindustrialização e o recuo nas relações simbióticas entre manufatura e KIBS, observados para os países ocidentais no período 2008-2014. A comparação internacional evidencia que a quantidade de países que registram redução nas horas trabalhadas na manufatura se elevou após a crise de 2008, sendo os países europeus e os subsistemas de maior intensidade tecnológica os que observam maior recuo. Semelhante aos demais países ocidentais, o Brasil não conseguiu escapar dessa tendência que resultou em retração das atividades de KIBS utilizadas como insumo pela manufatura, inclusive para as atividades de menor intensidade tecnológica. Assim, para além de uma redução na participação setorial da manufatura, o país registra a perda de relações simbióticas entre atividades de manufatura e de KIBS, sendo os efeitos negativos da desindustrialização mais intensos quando essa perda de capacidade de indução da manufatura, capturada pela abordagem de subsistemas, é levada em consideração. Esses resultados mostram que a análise setorial tende a subestimar a intensidade dos processos nacionais de desindustrialização ao desconsiderar a perda das atividades de serviços utilizadas como insumo pela manufatura, sendo a abordagem de subsistemas mais adequada para se dimensionar a intensidade desse fenômeno. Eles também mostram que a estratégia de terceirização de atividades manufatureiras para os países em desenvolvimento, principalmente para a China, realizada pelos países com renda mais elevada, cobra o seu preço, uma vez que as atividades de KIBS dependem da proximidade geográfica de atividades manufatureiras para permanecerem dinâmica. Com a terceirização das atividades manufatureiras responsáveis por demandar as soluções desenvolvidas pelas atividades de KIBS para os países asiáticos, essas atividades foram negativamente impactadas pela menor interação dinâmica e demanda provenientes de atividades manufatureiras localizadas no mercado interno. Em agravo, a terceirização da manufatura gestou forças dinâmicas favoráveis ao surgimento das atividades de KIBS nos países asiáticos em desenvolvimento, principalmente na China, o que imputou um custo elevado sobre os países ocidentais industrializados, que passaram a observar a perda de competitividade manufatureira internacional, inclusive nas atividades de elevada intensidade tecnológica, sendo premente a realização de políticas industriais para reverter o quadro de desindustrialização e deservicilização observado por esses países.

Artigo:

The service literature shows that the development of Knowledge Intensive Business Services (KIBS) activities depends on the presence of manufacturing activities of high technological intensity, and these services are responsible for supplying manufacturing with strategic productive knowledge. In view of the deindustrialization process observed by Western countries and the advance of manufacturing in Asia, mainly in China, the objective of this study is to carry out a comparative analysis between the 19 countries that concentrate about 80% of the world's manufacturing production. The subsystems approach is used to build indicators of de(industrialization), de(servicillization) and dis(integration) of KIBS activities to manufacturing for the period 2000-2014, from data extracted from the World Input-Output Database (FEENSTRA et al., 2015). The results show that China's advance in global manufacturing market share helps to explain deindustrialization and the decline in symbiotic relationships between manufacturing and KIBS, observed by Western countries in the period 2008-2014. The international comparison shows that the number of countries that recorded a reduction in hours worked in manufacturing increased after the 2008 crisis, with European countries and subsystems with greater technological intensity the ones that observed the greatest decline. Similar to other Western countries, Brazil was unable to escape of this trend, which resulted in a retraction of KIBS activities used as an input by manufacturing, including for activities with less technological intensity. Thus, in addition to observing a reduction in the sectorial share of manufacturing, the country registers the loss of symbiotic relationships between manufacturing and KIBS activities, with the negative effects of deindustrialization being more intense when this loss of manufacturing induction capacity, captured by the subsystem approach, is taken into account. These results show that the sectorial analysis tends to underestimate the intensity of national processes of deindustrialization, by disregarding the loss of service activities used as an input by manufacturing, with the subsystem approach being the most adequate to measure the intensity of this phenomenon. They also highlight that the strategy of outsourcing manufacturing activities to developing countries, mainly China, carried out by the higher income countries, takes its toll, since KIBS activities depend on the geographic proximity of manufacturing activities to remain dynamic. With the outsourcing of manufacturing activities responsible for demanding the solutions developed by KIBS activities to Asian countries, these activities were negatively impacted by the lower dynamic interaction and demand from manufacturing activities located in the domestic market. In addition, the outsourcing of manufacturing created a favorable context for the emergence of KIBS activities in developing Asian countries, especially in China, which imposed a high cost on western industrialized countries, which began to observe a loss of International competitiveness in manufacturing, including in activities of high technological intensity, it is urgent to carry out industrial policies to reverse the scenario of deindustrialization and de-servicilization observed by this countries.

Palavras-chave: KIBS; abordagem de subsistemas; desindustrialização; deservicilização; China;,

Palavras-chave: KIBS; subsystems approach; deindustrialization; decervicilization; China;,

DOI: 10.5151/vi-enei-869

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Como citar:

Giovanini, Adilson; Pereira, Wallace Marcelino; Monrrone, Henrique; , ; "SERÁ A TRANSFERÊNCIA DA MANUFATURA PARA A ÁSIA RESPONSÁVEL PELA DESERVICILIZAÇÃO DOS PAÍSES OCIDENTAIS?", p. 353-373 . In: Anais do VI Encontro Nacional de Economia Industrial e Inovação (ENEI): “Indústria e pesquisa para Inovação: novos desafios ao desenvolvimento sustentável”. São Paulo: Blucher, 2022.
ISSN 2357-7592, DOI 10.5151/vi-enei-869

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