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Saúde, Atenção Básica e Humanização: Práticas Humanizadas no Cotidiano de Trabalho de Agentes Comunitários de Saúde
Saúde, Atenção Básica e Humanização: Práticas Humanizadas no Cotidiano de Trabalho de Agentes Comunitários de Saúde
Nobre, Maria Teresa Lisboa; Cunha, Larissa Santana
Resumo:
Introdução: a partir da pesquisa intitulada “Saúde, Meio Ambiente e Cidadania: análise dos processos de adoecimento, produção de saúde, e práticas de resistência em contextos de degradação ambiental”, realizada no decorrer dos anos de 2011 e 2012, o estudo se destina a descrever qualitativamente o cotidiano de trabalho de agentes comunitários de saúde (ACS), funcionários de determinada Unidade Básica de Saúde (UBS). o presente trabalho é desenvolvido sob diferente ótica, isto é, apesar de ter surgido por meio da pesquisa científica citada, aqui ele muda de foco, adquire nova roupagem, e difere a direção de seu olhar, o dirigindo para nova perspectiva: Quais as relações existentes entre o trabalho de agentes comunitários e humanização? de quais formas possíveis conseguimos captar as diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH) neste cotidiano, por sua vez árduo e por que não encantador? a fim de investigar tais questionamentos e fazer refletir sobre tamanhas inquietudes, faço uso da pesquisa em questão, pois a mesma teve como inserção de campo e para, além disso, também seu desenvolvimento, pautados no acompanhamento das atividades diárias desses profissionais. a relevância da investigação consiste na necessidade que temos de pensar, e analisar as maneiras pelas quais a humanização, e como chave-mestra a PNH, age no dia-a-dia dos profissionais da saúde. Objetivos: o trabalho se destina a apresentar descrição e análise das possíveis relações existentes entre atenção primária (por meio do trabalho de ACS) e humanização, nos fazendo refletir sobre a efetividade e educação centrada na PNH, e seus valiosos preceitos. Pretende investigar as formas pelas quais conseguimos reconhecer humanização nas práticas cotidianas, e nos locais onde a produção de saúde acontece, entendendo saúde não apenas enquanto ausência doença, ou apenas a partir da perspectiva biológica e orgânica. Metodologia: para o desenvolvimento da pesquisa foi utilizado o método etnográfico, baseado na inserção no campo, e acompanhado de diários de campo semanais, assim como também supervisões acadêmicas. As idas ao campo eram realizadas duas vezes por semana, onde acompanhávamos o trabalho dos agentes, assim como reuniões do Conselho Local de Saúde da localidade em questão, e demais atividades pontuais da UBS. Resultados: Conclui-se que a relação e o vínculo que se estabelece entre os agentes comunitários e a população atendida serve de grande exemplo quando falamos em humanização, e em concretização de uma política de humanização. Todavia, também pôde ser observada a carência de estudo sobre a PNH e suas inúmeras possibilidades e alcances oferecido pelo Estado, e por órgãos públicos. Conclusão: Os agentes comunitários de saúde parecem compreender a essência da humanização a partir de suas próprias vivências, e do vínculo surgido e preservado de forma natural com a população que os mesmos atendem.
Introdução: a partir da pesquisa intitulada “Saúde, Meio Ambiente e Cidadania: análise dos processos de adoecimento, produção de saúde, e práticas de resistência em contextos de degradação ambiental”, realizada no decorrer dos anos de 2011 e 2012, o estudo se destina a descrever qualitativamente o cotidiano de trabalho de agentes comunitários de saúde (ACS), funcionários de determinada Unidade Básica de Saúde (UBS). o presente trabalho é desenvolvido sob diferente ótica, isto é, apesar de ter surgido por meio da pesquisa científica citada, aqui ele muda de foco, adquire nova roupagem, e difere a direção de seu olhar, o dirigindo para nova perspectiva: Quais as relações existentes entre o trabalho de agentes comunitários e humanização? de quais formas possíveis conseguimos captar as diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH) neste cotidiano, por sua vez árduo e por que não encantador? a fim de investigar tais questionamentos e fazer refletir sobre tamanhas inquietudes, faço uso da pesquisa em questão, pois a mesma teve como inserção de campo e para, além disso, também seu desenvolvimento, pautados no acompanhamento das atividades diárias desses profissionais. a relevância da investigação consiste na necessidade que temos de pensar, e analisar as maneiras pelas quais a humanização, e como chave-mestra a PNH, age no dia-a-dia dos profissionais da saúde. Objetivos: o trabalho se destina a apresentar descrição e análise das possíveis relações existentes entre atenção primária (por meio do trabalho de ACS) e humanização, nos fazendo refletir sobre a efetividade e educação centrada na PNH, e seus valiosos preceitos. Pretende investigar as formas pelas quais conseguimos reconhecer humanização nas práticas cotidianas, e nos locais onde a produção de saúde acontece, entendendo saúde não apenas enquanto ausência doença, ou apenas a partir da perspectiva biológica e orgânica. Metodologia: para o desenvolvimento da pesquisa foi utilizado o método etnográfico, baseado na inserção no campo, e acompanhado de diários de campo semanais, assim como também supervisões acadêmicas. As idas ao campo eram realizadas duas vezes por semana, onde acompanhávamos o trabalho dos agentes, assim como reuniões do Conselho Local de Saúde da localidade em questão, e demais atividades pontuais da UBS. Resultados: Conclui-se que a relação e o vínculo que se estabelece entre os agentes comunitários e a população atendida serve de grande exemplo quando falamos em humanização, e em concretização de uma política de humanização. Todavia, também pôde ser observada a carência de estudo sobre a PNH e suas inúmeras possibilidades e alcances oferecido pelo Estado, e por órgãos públicos. Conclusão: Os agentes comunitários de saúde parecem compreender a essência da humanização a partir de suas próprias vivências, e do vínculo surgido e preservado de forma natural com a população que os mesmos atendem.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/medpro-cihhs-10771
Como citar:
Nobre, Maria Teresa Lisboa; Larissa Santana Cunha; "Saúde, Atenção Básica e Humanização: Práticas Humanizadas no Cotidiano de Trabalho de Agentes Comunitários de Saúde", p-332-332.
In: Anais do Congresso Internacional de Humanidades & Humanização em Saúde [= Blucher Medical Proceedings, vol.1, num.2].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/medpro-cihhs-10771
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TY - CONF T1 - Saúde, Atenção Básica e Humanização: Práticas Humanizadas no Cotidiano de Trabalho de Agentes Comunitários de Saúde JO - Blucher Medical Proceedings VL - 1 IS - 2 SP - 332 EP - 332 PY - 2014 T2 - Congresso Internacional de Humanidades & Humanização em Saúde AU - , SN - 23577282 DO - http://dx.doi.org/10.5151/medpro-cihhs-10771 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/sade-ateno-bsica-e-humanizao-prticas-humanizadas-no-cotidiano-de-trabalho-de-agentes-comunitrios-de-sade-9745 KW - ER -
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Maria Teresa Lisboa Nobre, Larissa Santana Cunha, Saúde, Atenção Básica e Humanização: Práticas Humanizadas no Cotidiano de Trabalho de Agentes Comunitários de Saúde, Blucher Medical Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 332-332, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/medpro-cihhs-10771 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/sade-ateno-bsica-e-humanizao-prticas-humanizadas-no-cotidiano-de-trabalho-de-agentes-comunitrios-de-sade-9745) Palavras-chave:: ;