Blucher Chemical Engineering Proceedings
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MODELAGEM CINÉTICA E INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SECAGEM NO RENDIMENTO DO EXTRATO DA CASCA DE ROMÃ (Punica granatum L.)
MODELAGEM CINÉTICA E INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SECAGEM NO RENDIMENTO DO EXTRATO DA CASCA DE ROMÃ (Punica granatum L.)
SANTOS, T. K. G.; CUNHA, R. N.
Artigo Completo:
A Punica granatum L., conhecida popularmente como romã é uma fruta que possui características medicinais no tratamento de tosses. Estudos apontam a presença de metabólitos especiais nas cascas de romã, fato esse que contribui para o seu uso em fitocosméticos e fármacos. Dentro desse contexto, o presente trabalho objetiva determinar a cinética de secagem e avaliar a influência da temperatura sobre o rendimento do extrato obtido a partir da casca de romã. Foram avaliadas as temperaturas de 50, 60, 70 e 80oC. Aos dados experimentais foram ajustados modelos matemáticos, cujas magnitudes do coeficiente de determinação (R2) foram utilizadas para verificar o grau de ajuste dos modelos. Os resultados obtidos apontam que as cascas de romã possuem comportamento de secagem semelhante ao da maioria dos produtos agrícolas; o modelo matemático de secagem proposto por Midilli et al. e por Page foram os que melhores se ajustaram aos dados experimentais. A temperatura do ar de secagem de 60oC contribuiu de modo favorável sobre o rendimento do extrato fitoquímico.
A Punica granatum L., conhecida popularmente como romã é uma fruta que possui características medicinais no tratamento de tosses. Estudos apontam a presença de metabólitos especiais nas cascas de romã, fato esse que contribui para o seu uso em fitocosméticos e fármacos. Dentro desse contexto, o presente trabalho objetiva determinar a cinética de secagem e avaliar a influência da temperatura sobre o rendimento do extrato obtido a partir da casca de romã. Foram avaliadas as temperaturas de 50, 60, 70 e 80oC. Aos dados experimentais foram ajustados modelos matemáticos, cujas magnitudes do coeficiente de determinação (R2) foram utilizadas para verificar o grau de ajuste dos modelos. Os resultados obtidos apontam que as cascas de romã possuem comportamento de secagem semelhante ao da maioria dos produtos agrícolas; o modelo matemático de secagem proposto por Midilli et al. e por Page foram os que melhores se ajustaram aos dados experimentais. A temperatura do ar de secagem de 60oC contribuiu de modo favorável sobre o rendimento do extrato fitoquímico.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/chemeng-cobeqic2017-409
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Como citar:
SANTOS, T. K. G.; CUNHA, R. N.; "MODELAGEM CINÉTICA E INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SECAGEM NO RENDIMENTO DO EXTRATO DA CASCA DE ROMÃ (Punica granatum L.)", p-3287-3292.
In: Anais do XII Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica [=Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n.4]. ISSN Impresso: 2446-8711.
São Paulo: Blucher,
2017.
ISSN 23591757,
DOI 10.5151/chemeng-cobeqic2017-409
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T. K. G. SANTOS, R. N. CUNHA, MODELAGEM CINÉTICA E INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SECAGEM NO RENDIMENTO DO EXTRATO DA CASCA DE ROMÃ (Punica granatum L.), Blucher Chemical Engineering Proceedings, Volume 1, 2017, Pages 3287-3292, ISSN 23591757, http://dx.doi.org/10.5151/chemeng-cobeqic2017-409 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/modelagem-cintica-e-influncia-da-temperatura-de-secagem-no-rendimento-do-extrato-da-casca-de-rom-punica-granatum-l-26386) Palavras-chave:: ;