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MAPA DE VULNERABILIDADE COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NA TOMADA DE DECISÃO EM PROJETOS DE REDES DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO

GRANADOS, Danielle Trenas; CAMPOS, José Cláudio Viégas; LOPES JÚNIOR, Guilherme Barbosa;

Artigo:

A inexistência ou precariedade nos serviços de saneamento básico acarretam prejuízos imensuráveis para o meio ambiente. Neste contexto, um mapa de vulnerabilidade é utilizado como ferramenta de tomada de decisão em um projeto de esgotamento sanitário de um loteamento da cidade de Tucuruí no estado do Pará, de forma a minimizar os impactos no meio ambiente local. A concepção do mapa de vulnerabilidade foi elaborada com base nas informações coletadas em campo na área de estudo do projeto. Partindo-se do princípio da NBR 13969/1997, a qual cita o valor de 1,5 metros referente a distância entre a base da fossa séptica e o início da zona saturada, plotou-se dois mapas de vulnerabilidade, para diferentes gradientes hidráulicos, identificando quais áreas da planta do projeto seriam viáveis e inviáveis para a construção destas estruturas. Como resultados, foi possível afirmar que se utilizadas as fossas sépticas para o projeto de esgotamento sanitário para a localidade em questão, o risco de contaminação das águas subterrâneas seriam consideravelmente maiores do que se fossem utilizadas redes de esgoto, já que a área do loteamento, em sua totalidade, apresentou valores de distância vertical inferiores ao da legislação. Conclui-se pelas análises aqui dispostas, que mapas de vulnerabilidade são de suma importância para a tomada de decisão de projetos de esgotamento sanitário, pois, possibilitam não só uma análise comparativa de impactos ambientais pela concepção do tipo de esgotamento sanitário, mas também um apoio para a manutenção e controle de estanqueidade do sistema em funcionamento.

Artigo:

Palavras-chave: Contaminação, Águas subterrâneas, Impacto ambiental,

Palavras-chave: ,

DOI: 10.5151/engpro-eneeamb2016-es-002-5069

Referências bibliográficas
  • [1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13969: Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação. Rio de Janeiro: ABNT, 1997.
  • [2] BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Manual de saneamento. 3. ed. rev. - Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2006. 408 p.
  • [3] GRANADOS, D. T. Projeto de um sistema de esgotamento sanitário como solução alternativa ao uso de fossas sépticas no loteamento Santa Maria localizado na cidade de Tucuruí-PA. 2016. 73 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia) – Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Uberaba, 2016.
  • [4] LEÃO, L. M.; TANCREDI, A. C. F. N. S. Aspectos Hidrodinâmicos do Aqüífero Livre da Microbacia do Cumaru, Igarapé-Açú/PA. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA, 14, 2006, São Paulo. Disponível em: < http://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22178/14533>. Acesso em: 04 Maio 2016.
Como citar:

GRANADOS, Danielle Trenas; CAMPOS, José Cláudio Viégas; LOPES JÚNIOR, Guilherme Barbosa; "MAPA DE VULNERABILIDADE COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NA TOMADA DE DECISÃO EM PROJETOS DE REDES DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO", p. 520-525 . In: Anais do XIV Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Ambiental [= Blucher Engineering Proceedings v.3 n.2]. São Paulo: Blucher, 2016.
ISSN 2357-7592, DOI 10.5151/engpro-eneeamb2016-es-002-5069

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