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INTERNACIONALIZAÇÃO, TESTES DE PROFICIÊNCIA EFORMAÇÃO DE PROFESSORES

MIHO, Silvia Regina Gomes;

Artigo Completo:

Considerando o programa Idiomas sem Fronteiras – IsF - como uma das principais políticas linguísticas atualmente em vigor no Brasil no que se refere à questão das línguas estrangeiras, fica evidente que sua relação com formação de professores é bastante forte e complexa, por vários motivos, entre os quais ressaltam-se os seguintes: 1) a necessidade urgente de se oferecer proficiência de forma institucionalizada e padronizada para nossos estudantes e pesquisadores universitários; 2) aplicar testes de proficiência aceitos internacionalmente.. Este trabalho almeja discutir a centralidade dos exames de proficiência no programa Idiomas sem Fronteiras (IsF) e sua influência na formação de professores a ele associados. Como abordar os efeitos do ‘washback’ presentes neste programa no que se refere à formação de professores? Qual o perfil de professores de línguas que queremos formar? Como podemos discutir a questão da proficiência em línguas estrangeiras, mais especificamente em língua inglesa, no atual quadro de internacionalização do ensino superior brasileiro? Após um breve panorama das características internas dos testes e de seus possíveis usos em políticas linguísticas, uma das sugestões feitas por este trabalho é a de que uma visão mais detalhada e compreensiva de aspectos políticos, econômicos e ideológicos que empoderam os testes de proficiência deveriam ser mais diretamente trabalhados e discutidos na formação de professores de línguas.

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Palavras-chave: testes de proficiência, internacionalização, políticas linguísticas no Brasil,

Palavras-chave: ,

DOI: 10.5151/edupro-clafpl2016-064

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Como citar:

MIHO, Silvia Regina Gomes; "INTERNACIONALIZAÇÃO, TESTES DE PROFICIÊNCIA EFORMAÇÃO DE PROFESSORES", p. 812-824 . In: . São Paulo: Blucher, 2017.
ISSN 2318-695X, DOI 10.5151/edupro-clafpl2016-064

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