Artigo completo - Open Access.

Idioma principal | Segundo idioma

FATORES DIRECIONADORES (DRIVERS) DA INTERAÇÃO DE EMPRESAS COM UNIVERSIDADES: ESTUDO DE CASOS MULTIPLOS DE EMPRESAS-FILHAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP)

DRIVING FACTORS OF THE UNIVERSITY-INDUSTRY RELATIONSHIPS: MULTIPLE CASE STUDIES OF UNICAMP-RELATED FIRMS

Oliveira, Vanessa Criscuolo Parreiras; Garcia, Renato de Castro; Bacic, Miguel Juan;

Artigo completo:

Este trabalho investiga os fatores direcionadores (drivers) da interação de empresas-filhas da UNICAMP com a universidade. Para tanto, explora os resultados de seis estudos de caso exploratórios de relacionamentos cooperativos de empresas-filhas com a UNICAMP. São investigadas características estruturais e comportamentais das empresas investigadas, dos seus relacionamentos cooperativos com a universidade e da política de C&T&I que são conducentes ao desenvolvimento da cooperação entre as partes. Os resultados mostram que são diversas as variáveis que influenciam a propensão de empresas-filhas a cooperarem com a UNICAMP ao longo do tempo. A capacidade de absorção da firma, a existência de vínculos prévios e as proximidades geográfica e cognitiva entre as partes constituem importantes fatores direcionadores do estabelecimento e do desenvolvimento das cooperações das empresas investigadas com a universidade. Os estudos de caso mostram, ainda, a importância do acesso ao financiamento público para a cooperação, especialmente quando compreendem maior complexidade e risco.

Artigo completo:

This work investigates the driving factors of the interaction of UNICAMP-related firms with the university. To this end, it explores the results of six exploratory case studies of UNICAMP-related firms`cooperative relationships with the university. Structural and behavioral characteristics of the firms investigated, their cooperative relationships with UNICAMP and the S&T&I policy that are conducive to the development of cooperation between the parties are investigated. The results show that there are several variables that influence the propensity of these firms to cooperate with UNICAMP throughout the time. The firm's absorptive capacity, the existence of previous links and the geographic and cognitive proximity between the parties are important driving factors of the establishment and development of the investigated firms' cooperation with the university. The case studies also show the importance of access to public funding for cooperation, especially when they include greater complexity and risk.

Palavras-chave: fatores direcionadores (drivers); interação universidade-empresa; empresas-filhas,

Palavras-chave: driving factors; university-industry-relationships; UNICAMP-related firms,

DOI: 10.5151/v-enei-761

Referências bibliográficas
  • [1] ALBUQUERQUE, E. SILVA, L.; POVOA, L. Diferenciação intersetorial na interação entre empresas e universidades no Brasil. São Paulo em Perspectiva, v. 19, n. 1, p. 95-104, jan./mar. 2005.
  • [2] ALLEN, T. J. Managing the Flows of Technology: Technology Transfer and the Dissemination of Technological Information within the R&D Organization, MIT Press. Cambridge, MA.: 1977.
  • [3] ALVES FILHO, M. "Olho eletrônico" obtém dectecção automática de parasitos intestinais. Jornal da Unicamp, 11 a 17 junho de 2007, p. 5.
  • [4] ANGELI, J., VARRICHIO, P. Gestão da inovação em etanol 2G: um estudo de caso em uma empresa brasileira. Anais da ALTEC 2017, ALTEC. Ciudad de Mexico: 2017.
  • [5] ARZA, V.; DE FUENTES, C.; DUTRENIT, G.; VAZQUEZ, C. Channels and benefits of interactions between public research organizations and industry: comparing country cases in Africa, Asia, and Latin America; In ALBUQUERQUE, E.; SUZIGAN, W.; KRUSS, G.; LEE, K. (Eds) Developing National Systems of Innovation: University–Industry Interactions in the Global South, Edward Elgar Publishing, Cheltenham/Ottawa: 2015, p. 164-193.
  • [6] ARBIX, G.; CONSONI, F. Inovar para transformar a Universidade brasileira. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 26, n. 77, p. 205-251, out. 2011.
  • [7] ARUNDEL, A.; GEUNA, A. Proximity and the use of public science by innovative European firms. Economics of Innovation and New Technology, v. 13, n. 6, p. 559–580, 2004.
  • [8] BALDONI, L. A UNICAMP como ator principal na construção de um parque cientifico e tecnológico. International Journal of Innovation, v. 2, n. 2, p. 118-127, jul/dec. 2014.
  • [9] BERCOVITZ, J.; FELDMANN, M. Entpreprenerial Universities and Technology Transfer: a Conceptual Framework for Understanding Knowledge-Based Economic Development. Journal of Technology Transfer, v. 31, p. 175–188, 2006.
  • [10] BASTOS, C.; BRITTO, J. Inovação e geração de conhecimento científico e tecnológico no Brasil: uma análise dos dados de cooperação da Pintec segundo porte e origem de capital. Revista Brasileira de Inovação, v. 16, n. 1, p. 35-62, 2017.
  • [11] BOSCHMA, R. Proximity and innovation: a critical survey. Regional Studies, v. 39, n. 1, p. 61-74, 2005.
  • [12] BROSTRÖM, A. Working with distant researchers—Distance and content in university-industry interaction. Research Policy, v. 39, n. 10, p.1311–1320, 2010.
  • [13] BRITO, L. A.; CARVALHO, L. Movile: sustaining an innivative culture on a global scale. In: OZOÑO, S.; ICHIJO, K. (Eds) Business Despite Borders: companies in the age of populist anti-globalization, Palgrave, MacMillan. 1. ed. Cham: 2018, p. 89-104.
  • [14] BRUNEEL, J.; D’ESTE, P.; SALTER, A. Investigating the factors that diminish the barriers to universityindustry collaboration. Research Policy, v. 39, p. 858-868, 2010.
  • [15] CALIL NETO, A.; GUIMARAES, M.J.; FREIRE, E. Business models for commercial scale second-generation bioethanol production. Journal of Cleaner Production, v. 184, p. 168-178, 2018.
  • [16] CAMPOS, A. A review of the influence of long-term patterns in research and technological development (R&D) formalisation on university-industry links. Revista Brasileira de Inovação, v. 9, p. 379-410, 2010.
  • [17] CAMPOS, B.; RUIZ, A. Padrões Setoriais de Inovação na Indústria Brasileira. Revista Brasileira de Inovação, v. 8, n. 1, p.167-210, 2009.
  • [18] CARDAMONE, P.; PUPO, V. R&D cooperation between firms and universities: some evidence in five European countries. Working Paper n. 01-15. Università Della Calabria, 2015
  • [19] COHEN, W.; NELSON, R.; WALSH, J. Links and impacts: the influence of public research on industrial R&D. Management Science, v. 48, n. 1, p, 1-23, 2002.
  • [20] COHEN, W.; LEVINTHAL, D. Absorptive Capacity: A New Perspective on Learning and Innovation. Administrative Science Quarterly, v. 35, n. 1, p. 128-1S2, 1990.
  • [21] COLOMBO, D.; GARCIA, R. The role of academic relations of former graduate students in university-firm collaboration: evidence from Brazil. Texto para Discussão (Campinas), 2020.
  • [22] CONSOLI, D.; ELCHE-HORTELANO, D. Variety in the knowledge base of Knowledge Intensive Business Services. Research Policy, v. 39, p. 1303–1310, 2010.
  • [23] CYERT, R.; GOODMAN, P. Creating effective university–industry alliances: an organizational learning perspective. Organizational Dynamics, v. 25, n. 4, p. 45–57, 1997.
  • [24] DE FUENTES, C.; DUTRENIT, G. Best channels of academia–industry interaction for long-term benefit. Research Policy, v. 41, n. 9, p. 1666–1682, 2012.
  • [25] D`ESTE, P.; PATEL, P. University–industry linkages in the UK: What are the factors underlying the variety of interactions with industry? Research Policy, v. 36, n. 9, p. 1295–1313, 2007.
  • [26] D’ESTE, P., GUY, F., IAMMARINO, S. Shaping the formation of university–industry research collaborations: what type of proximity does really matter? Journal of Economic Geography, v. 13, n. 4, p. 537–558, 2013.
  • [27] DREJER, I.; ØSTERGAARD, C. Exploring determinants of firms’ collaboration with specific universities: Employeedriven relations and geographical proximity. Regional Studies, Published online: 09 Mar 2017.
  • [28] DI GREGORIO, D; SHANE, S.; Why do some universities generate more start-ups than others? Research Policy, v. 32, p. 209–227, 2003.
  • [29] ETZKOWITZ, H.; WEBSTER, A.; GEBHARDT, C.; TERRA, B. The future of the university and the university of the future: evolution of ivory tower to entrepreneurial paradigm. Research Policy, v. 29, p. 313–330, 2000.
  • [30] FLEURY, A.; FLEURY, M. T. Multinacionais brasileiras: competências para a internacionalização, FGV. 1º. ed. Rio de Janeiro: 2012.
  • [31] FONTANA, R.; GEUNA, A.; MATT, M. 2003. Firm size and openness: the driving forces of universityindustry collaboration. SPRU Working Paper Series, n.103, Science and Technology Policy Research, University of Sussex, 2003.
  • [32] FREIRE, C. E. T. Um estudo sobre os serviços intensivos em conhecimento no Brasil. In: DE NEGRI, J. A.; KUBOTA, L. C. (Org). Estrutura e dinâmica do setor de serviços no Brasil, IPEA. Brasília: 2006.
  • [33] FURTADO, A.; HEKKERT, M.; NEGRO, S. Of actors, functions, and fuels: Exploring a second generation etanol transition from a technological innovation systems perspective in Brazil. Energy Research & Social Science, v. 70, 2020. Available online 04 August 2020.
  • [34] GARCIA, R. Geografia da inovação. In: RAPINI, M.; SILVA, L.; ALBUQUERQUE, E. (Orgs) Economia da ciência, tecnologia e inovação: fundamentos teóricos e a economia global, Prismas. Curitiba: 2017, p. 241-285.
  • [35] GARCIA, R.; ARAUJO, V. MASCARINI, S.; SANTOS, E. Os efeitos da proximidade geográfica para o estímulo da interação universidade-empresa. Revista de Economia, v. 37, n. Especial, p. 307-330, 2011.
  • [36] GARCIA, R.; ARAUJO. V.; MASCARINI, S. The role of geographical proximity for university-industry linkages in Brazil: an empirical analysis. Australasian Journal of Regional Studies, v. 19, p. 433-455, 2013.
  • [37] GARCIA, R; ARAUJO, V.; MASCARINI, S; SANTOS, E.; COSTA, A. Looking at both sides: how specific characteristics of academic research groups and firms affect the geographical distance of university–industry linkages. Regional Studies, Regional Science, v. 2, n. 1, p. 518–534, 1 2015.
  • [38] GARCIA, R.; ARAUJO, V.; MASCARINI, S. ; SANTOS, E.; COSTA, A. An analysis of the relation between geographical and cognitive proximity in university-industry linkages. In: Anais do 44 Encontro Nacional de Economia, ANPEC. Foz do Iguaçu: 2016.
  • [39] GARCIA, R.; ARAUJO, V.; MASCARINI, S; SANTOS, E.; COSTA, A. Is cognitive proximity a driver of geographical distance of university-industry collaboration? Area Development and Policy, v. 3, p. 1-19, 2018.
  • [40] GARCIA, R.; ARAUJO, V.; MASCARINI, S.; SANTOS, E.; COSTA, A. How long-term university-industry collaboration shapes the academic productivity of research groups. Innovation: Management, Policy & Practice, v. 21, p. 1-15, 2019.
  • [41] GASPAROTO, M.; FISCHER, B. Redes organizacionais, universidade e o ecossistema de empreendedorismo: um estudo utilizando análise de redes sociais. Anais do XI Encontro de Estudos sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, ANEGEPE. Belo Horizonte: 2020.
  • [42] GEUNA, A.; MUSCIO, A. The governance of university knowledge transfer: a critical review of the literature. Minerva, v. 47, p. 93–114, 2009.
  • [43] GOMES, J.; HOSHINO-SHIMIZU, S.; FALCAO, A. Recentes avanços tecnológicos no exame parasitológico de fezes. BIO FARMA - Revista Técnico-Científica de Farmácia, Bioquímica e Análises Clínicas e Toxicológicas, v. 3, n. 6, p. 44-53, 2008.
  • [44] GUERRERO, M.; CUNNINGHAM, J. A. URBANO, D. Economic impact of entrepreneurial universities’activities: an exploratory study of the United Kingdom. Research Policy, v. 44, p. 748–764, 2015.
  • [45] HANEL, P.; ST-PIERRE, M. Industry-university collaborations by Canadian manufacturing firms. Journal of Technology Transfer, v.31, p. 485-499, 2006.
  • [46] HIPP, C.; GRUPP, H. Innovation in the service sector: The demand for service-specific innovation measurement concepts and typologies. Research Policy, v. . 34, p. 517–535, 2005.
  • [47] INGLEZ, M.; ANDRADE, N.; ULTREMARE, F.; MORI, M. O perfil empreendedor dos egressos da UNICAMP. In: Anais da 26ª Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação, Anprotec. Fortaleza: 2016.
  • [48] INOVA UNICAMP. Relatório de Atividades da Agência de Inovação da UNICAMP. Campinas: Inova UNICAMP, 2019.
  • [49] INOVA UNICAMP. Relatório de Atividades 2011. Campinas: Inova UNICAMP, 2011.
  • [50] KLEVORICK, A.; LEVIN, R.; NELSON, R.; WINTER, S. On the sources and significance of inter industry differences in technological opportunities. Research Policy, v. 24, p. 185 205, 1995.
  • [51] KNOBEN, J.; OERLEMANS, L.A. Proximity and inter-organizational collaboration: A literature review. International Journal of Management Reviews, v. 8, n. 2, p. 71–89, 2006.
  • [52] KUBOTA, L. C. As Kibs e a inovação tecnológica das firmas de serviços. Economia e Sociedade, v. 18 n. 2, p. 349-369, ago. 2009.
  • [53] LAAGE-HELLMAN, J.; LIND, F.; ÖBERG, C.; SHIH, T. Interactions between university spin-offs and academia: a dynamic perspective. Journal of Business & Industrial Marketing, v. 35, n. 12, p. 1941–1955, 2020.
  • [54] LAURSEN, K.; SALTER, A. Searching high and low: what types of firms use universities as a source of innovation? Research Policy, v. 33, n. 8, p. 1201–1215, 2004.
  • [55] LAURSEN, K.; REICHSTEIN, T.; SALTERS, A. Exploring the effect of Geographical Proximity and University Quality on University-Industry Collaboration in the United Kingdom. Regional Studies, v. 45, n. 4, p. 507-523, 2011.
  • [56] LAVCA Inside QuintoAndar´s ascendancy in Brazilian Real Estate Tech: interview with CTO Andre Penha, 22/04/2019. LAVCA The Association for Private Capital Investment in LatinAmerica. Disponível em https://lavca.org/2019/04/22/inside-quintoandars-ascendancy-in-brazilian-real-estate-tech-interview-with-cto-andre-penha/ Acesso em 15/02/2020.
  • [57] LEMOS, P. Universidades e ecossistemas de empreendedorismo: a gestão orientada por ecossistemas e o empreendedorismo da UNICAMP, Editora da UNICAMP. Campinas: 2012.
  • [58] LINK, A.; SCOTT, J. Opening the ivory tower’s door: An analysis of the determinants of the formation of U.S. university spin-off companies. Research Policy, v. 34, p. 1106–1112, 2005.
  • [59] LOCKETT, A.; WRIGHT, M. Resources, capabilities, risk capital and the creation of university spin-out companies. Research Policy, v. 34, p. 1043–1057, 2005.
  • [60] MANSFIELD, E.; LEE, J.-Y. The modern university: contributor to industrial innovation and recipient of industrial R&D support. Research Policy, v. 25, n. 7, p. 1047–1058, 1996.
  • [61] MARQUES, F. Obstáculos no caminho. Pesquisa FAPESP, 268, p. 58-63, junho de 2018.
  • [62] MILES, I. Research and development (R&D) beyond manufacturing: the strange case of services R&D. R&D Management, v. 37, n. 3, p.249-268 2007.
  • [63] MOHNEN, P.; HOAREAU, C. What type of enterprise forges close links with universities and government labs? Evidence from CIS 2. Managerial and Decision Economics, v. 24, n. 2-3, p. 133–145, 2003.
  • [64] MORA-VALENTIN, E M..; MONTORO-SANCHEZ, A.; GUERRAS-MARTIN, L. A. Determining factors in the success of R&D cooperative agreements between firms and research organizations. Research Policy, v. 33, n. 1, p. 17–40, 2004.
  • [65] MORGAN, J.; ZIEBELMAN, P.; FOSTER, G.; MATSUSHITA, K. Movile: Going global – is sylicon valley te next stop? Stanford Graduate School of Business, Case: E-539A, Harvard Business Publishing, February 2015.
  • [66] MOTOYAMA, Y. Long-term collaboration between university and industry: A case study of nanotechnology development in Japan. Technology in Society, v. 36, p. 39–51, 2014.
  • [67] MOTOYAMA, Y.; MALIZIA, E. Demand pull or supply push? Metro-level analysis of start-ups in the United States. Regional Studies, Regional Science, 4(1), p. 232–246, 2017.
  • [68] MOVILE E-book Grupo Movile. Movile, 2019. Disponível em . Acesso em 01/03/2020.
  • [69] MOWERY, D. C.; SAMPAT, B. N. Universities in national innovation systems. In: FAGERBERG, J.; MOWERY, D. C.; NELSON, R. R. (Orgs.) The Oxford handbook of innovation, Oxford University Press. Oxford:, 2005, p. 209–239.
  • [70] MUSCIO, A.; QUAGLIONE, D.; RAMACIOTTI, L. The effects of university rules on spinoff creation: The case ofacademia in Italy. Research Policy, v. 45, p. 1386–1396, 2016.
  • [71] NELSON, R.; WINTER, S. Uma Teoria Evolucionária da Mudança Econômica, Editora da UNICAMP . Campinas: 2005.
  • [72] NOWAK, M. J; GRANTHAM, C.E. The virtual incubator: managing human capital in the software industry. Research Policy, v. 29, n. 2, p.125–134, 2000.
  • [73] PADTEC. Relatório de Administração. Campinas:Padtec, 2017.
  • [74] PLAIS, H. L. Os desafios da internacionalização de uma startup brasileira: o caso da Movile. Dissertação (Mestrado). São Paulo: Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, 2016.
  • [75] OLIVEIRA, V.; GARCIA, R.; BACIC, M. J. Fatores direcionadores da cooperação de pequenas e médias empresas com a universidade: evidências a partir de quatro estudos de caso. Revista Econômica, v. 20, n. 2, p. 85-106, 2018.
  • [76] RAPINI, M.; OLIVEIRA, V.; SILVA NETO, F. A natureza do financiamento influencia na interação universidade-empresa no Brasil? Revista Brasileira de Inovação, v. 13, n. 1, p. 77-108, janeiro/junho 2014.
  • [77] RASIAH, R.; GOVINDARAJU, C University–industry R&D collaboration in the automotive, biotechnology and electronic firms in Malaysia. Seoul Journal of Economics, v. 22, n. 4, p. 530–550, 2009.
  • [78] RIBEIRO, F.; PIMENTEL, J. E. Empresas born globals brasileiras: a influência do perfil do empreendedor e da localização geográfica. Cadernos de Administração (Revista da Faculdade de Administração da FEA PUC SP), v. 5, n. 1, p. 1-24, 2011.
  • [79] ROSA, A.; RUFFONI, J.; GARCIA, R. Capacidade de absorção e desempenho inovativo: uma análise para as firmas interativas com grupos de pesquisa universitários das áreas das engenharias do Rio Grande do Sul. Revista Brasileira de Economia de Empresas, v. 18, n. 1, p. 71-91, 2018.
  • [80] SALTER, A.; MARTIN, B. The economic benefits of publicly funded basic research: a critical review Research Policy, v. 30, p. 509–532, 2001.
  • [81] SANTORO, M.; CHAKRABARTI, A. Firm size and technology centrality in industry-university interactions. Research Policy, v. 31, p.1163-1180, 2002.
  • [82] SCHAEFFER, P., FISCHER, B., QUEIROZ, S. (2018). Beyond education: the role of research universities in innovation ecosystems. Foresight and STI Governance, v. 12, n. 2, p. 50-61, 2018.
  • [83] SCHARTINGER, D.; SHIBANY, A.; GASSLER, H. Interactive relations between universities and firms: empirical evidence for Austria. Journal of Technology Transfer, 26, p.255-268, 2001
  • [84] SCHARTINGER, D.; RAMMER, C.; FISCHER, M.; FRÖHLICH, J. Knowledge interactions between universities and industry in Austria: sectoral patterns and determinants. Research Policy, v. 31, 303–328, 2002.
  • [85] SOHN, W.; KENNEY, M. Universities, clusters and innovation systems: the case of Seul. World Development, v. 35, n. 6, p. 991-1004, 2007.
  • [86] TREIBICH, T.; KONRAD, K.; TRUFFER, B. A dynamic view on interactions between academic spin-offs and their parent organizations. Technovation, v. 33, n. 12, p. 450-462, 2013.
  • [87] TEIXEIRA, A. L.; ROSA, A.; RUFFONI, J.; RAPINI, M. Dimensões da capacidade de absorção, qualificação da mão de obra, P&D e desempenho inovativo. Revista Brasileira de Inovação, v. 15, n. 1, p. 139-164, 2016.
  • [88] TETHER, B. Who co-operates for innovation, and why. An empirical analysis. Research Policy, v. 31, p. 947–967, 2002.
  • [89] TORRES, A.; DUTRÉNIT, G.; SAMPEDRO, J. L.; BECERRA, N. What are the factors driving university–industry linkages in latecomer firms: evidence from Mexico Science and Public Policy, v. 38, n. 1, p. 31–42, 2011.
  • [90] URBANO, D.; GUERRERO, M. Entrepreneurial Universities: Socioeconomic Impacts of Academic Entrepreneurship in a European Region. Economic Development Quarterly, v. 27, n. 1 p. 40–55, 2013.
  • [91] van STIJN, N., van RIJNSOEVER, F.; van VEELEN, M. Exploring the motives and practices of university–start-up interaction: evidence from route 128. The Journal of Technology Transfer, v. 43, n. 3, p. 674 -713, 2018.
Como citar:

Oliveira, Vanessa Criscuolo Parreiras; Garcia, Renato de Castro; Bacic, Miguel Juan; "FATORES DIRECIONADORES (DRIVERS) DA INTERAÇÃO DE EMPRESAS COM UNIVERSIDADES: ESTUDO DE CASOS MULTIPLOS DE EMPRESAS-FILHAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP)", p. 2065-2083 . In: Anais do V Encontro Nacional de Economia Industrial e Inovação (ENEI): “Inovação, Sustentabilidade e Pandemia”. São Paulo: Blucher, 2021.
ISSN 2357-7592, DOI 10.5151/v-enei-761

últimos 30 dias | último ano | desde a publicação


downloads


visualizações


indexações