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ESTUDO DA VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA EXTERNA EM CÉLULA COMBUSTÍVEL MICROBIANA
ESTUDO DA VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA EXTERNA EM CÉLULA COMBUSTÍVEL MICROBIANA
NÚÑEZ, R. H.; MORAES, P. S.; BASTOS, R. B.; OGRODOWSKI, C.; SANTANA, F. B.
Artigo Completo:
A variação da resistência externa (Rext) consiste em uma maneira simples e prática para otimizar o desempenho de uma célula combustível microbiana (CCM), com a finalidade de proceder, se possível, com ações que busquem reduzir as resistências internas do sistema. Neste contexto foram avaliados os efeitos da Rext frente à máxima densidade de corrente elétrica específica, a máxima potência gerada e por fim identificar as resistências internas totais (Rint), resistência ôhmica (Rohm) e a resistência à transferência de carga (Rct). A máxima densidade de corrente específica foi atingida com uma Rext de 47 Ω (425,01 mA/m2), já a potência máxima foi de 208,25 mW/m2 com uma Rext de 47 Ω. A determinação das resistências Rint, Rohm e Rct foi realizada através da regressão polinomial de segundo grau sendo os menores valores encontrados de 35,02 Ω (560 Ω), 2,05 Ω (1000 Ω) e 40,91 Ω (47 Ω). Dessa forma conclui-se que a Rext influencia tanto nos parâmetros eletroquímicos quanto na densidade energética e potência máxima atingida.
A variação da resistência externa (Rext) consiste em uma maneira simples e prática para otimizar o desempenho de uma célula combustível microbiana (CCM), com a finalidade de proceder, se possível, com ações que busquem reduzir as resistências internas do sistema. Neste contexto foram avaliados os efeitos da Rext frente à máxima densidade de corrente elétrica específica, a máxima potência gerada e por fim identificar as resistências internas totais (Rint), resistência ôhmica (Rohm) e a resistência à transferência de carga (Rct). A máxima densidade de corrente específica foi atingida com uma Rext de 47 Ω (425,01 mA/m2), já a potência máxima foi de 208,25 mW/m2 com uma Rext de 47 Ω. A determinação das resistências Rint, Rohm e Rct foi realizada através da regressão polinomial de segundo grau sendo os menores valores encontrados de 35,02 Ω (560 Ω), 2,05 Ω (1000 Ω) e 40,91 Ω (47 Ω). Dessa forma conclui-se que a Rext influencia tanto nos parâmetros eletroquímicos quanto na densidade energética e potência máxima atingida.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/chemeng-cobeqic2015-460-34084-264296
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Como citar:
NÚÑEZ, R. H.; MORAES, P. S.; BASTOS, R. B.; OGRODOWSKI, C.; SANTANA, F. B.; "ESTUDO DA VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA EXTERNA EM CÉLULA COMBUSTÍVEL MICROBIANA", p-923-928.
In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica [=Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n.3]. ISSN Impresso: 2446-8711.
São Paulo: Blucher,
2015.
ISSN 23591757,
DOI 10.5151/chemeng-cobeqic2015-460-34084-264296
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R. H. NÚÑEZ, P. S. MORAES, R. B. BASTOS, C. OGRODOWSKI, F. B. SANTANA, ESTUDO DA VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA EXTERNA EM CÉLULA COMBUSTÍVEL MICROBIANA, Blucher Chemical Engineering Proceedings, Volume 1, 2015, Pages 923-928, ISSN 23591757, http://dx.doi.org/10.5151/chemeng-cobeqic2015-460-34084-264296 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/estudo-da-variao-da-resistncia-externa-em-clula-combustvel-microbiana-19753) Palavras-chave:: ;