setembro 2018 vol. 1 num. 5 - XXII Congresso Brasileiro de Engenharia Química

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DESACIDIFICAÇÃO POR EXTRAÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO DO ÓLEO DE TUCUMÃ VISANDO A OBTENÇÃO SUSTENTÁVEL DE BIOPRODUTOS

FERREIRA, M. J. A; MARIANO, R. G. B.; MOTA, M. F. S.; FREITAS, S. P.;

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O tucumã-do-pará (Astrocaryum vulgare Mart.) é um fruto típico daAmazônia brasileira. O oleico (C18:1) é o ácido graxo majoritário do óleo da polpade tucumã. Devido à presença de lípases endógenas e às condições de pós-colheitaeste óleo apresenta índice de acidez muito elevado (acima de 15%) e não se enquadranos padrões exigidos para consumo humano. Neste trabalho, fez-se a desacidificaçãodo óleo de tucumã por extração líquido-líquido usando-se uma solução de etanol94°GL, na proporção mássica solvente:amostra de 2:1, de forma a garantir aseparação de fases e a eficiência do transporte de ácidos graxos livres (AGL) para afase etanólica. A seguir, foram avaliados os efeitos do processo de extração líquidolíquidonas propriedades físico-químicas do óleo desacidificado. Obteve-se, norafinado, um óleo com baixo índice de acidez (2,93 ± 0,09 mg KOH/g) conformeespecificação da legislação brasileira para óleos não refinados (até 4 mg KOH/g).Além do óleo, foram obtidos no extrato etanólico dois produtos de grande interessecomercial: os AGLs e o glicerol de elevada pureza, favorecendo a viabilidadeeconômica do processo.

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DOI: 10.5151/cobeq2018-PT.0745

Referências bibliográficas
  • [1] American Oil Chemists’ Society. Official methods and recommended practices of the American Oil Chemists’ Society. 4th ed. Champaign, USA, A.O.C.S. 1995. [Recommended Practice: Cd 1b -87 e Cd 1c-85] Associação Brasileira das Indústrias de óleos vegetais (ABIOVE). Disponível em:
Como citar:

FERREIRA, M. J. A; MARIANO, R. G. B.; MOTA, M. F. S.; FREITAS, S. P.; "DESACIDIFICAÇÃO POR EXTRAÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO DO ÓLEO DE TUCUMÃ VISANDO A OBTENÇÃO SUSTENTÁVEL DE BIOPRODUTOS", p. 2817-2820 . In: . São Paulo: Blucher, 2018.
ISSN 2359-1757, DOI 10.5151/cobeq2018-PT.0745

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