Blucher Medical Proceedings
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Comunicação Não Verbal: Gestos que Fazem a Diferença na Relação Médico-Paciente
Comunicação Não Verbal: Gestos que Fazem a Diferença na Relação Médico-Paciente
Leite, Álvaro Jorge Madeiro; Neves Filho, Almir de Castro; Cunha, Karen Lopes; Simão, Dafne de Albuquerque; Rodrigues Filho, Fco. Crizanto; Maia Filho, João Tarcísio Alves; Cavalcante, Lígia Menezes
Resumo:
Introdução: a comunicação humana pode ser verbal, quando expressa por escrita e fala, ou não verbal, quando envolve o comportamento não expresso por palavras, como gestos, silêncio, expressões faciais e postura corporal. Estudos demonstram que 55% dos sentimentos são expressos através da comunicação não verbal, 38% pela voz e apenas 7% por palavras. a partir desse dado, pode-se inferir que a comunicação não verbal é de grande relevância para a relação médico-paciente, podendo fortalecer ou enfraquecer o vínculo de confiança entre eles e influenciar o sucesso do plano terapêutico e a satisfação do paciente quanto ao atendimento. a coerência e a complementariedade da comunicação verbal e não verbal também merecem destaque importante nessa relação, pois o conflito entre as duas mensagens pode dificultar a comunicação. o estudo da comunicação não verbal e a conscientização e o estímulo à reflexão de estudantes de medicina para a importância do tema na relação médico-paciente são necessários para o desenvolvimento de um atendimento mais humanizado e de melhor qualidade. Objetivos: Identificar que elementos da comunicação não verbal são mais relevantes para o paciente. Detectar quais gestos específicos que os médicos fazem que provocam um aumento da eficácia da comunicação médico-paciente e uma melhor qualidade do atendimento. Conscientizar os estudantes de medicina para a importância da comunicação não verbal na relação médico-paciente. Métodos: a pesquisa é do tipo exploratória-qualitativa e está sendo realizada em um complexo hospitalar universitário, contemplando pacientes que estão internados em enfermarias, recebendo atendimento ambulatorial e mães internadas em puerpério imediato. Os dados estão sendo coletados por intermédio de entrevista estruturada, após o consentimento do paciente. Resultados: Foram destacados, até o presente momento, alguns elementos da comunicação não verbal que melhoram a qualidade da consulta, como: dar atenção ao paciente e aos familiares, fazer o exame físico demonstrando que se importa com o paciente, saber interagir com o paciente e com os familiares, demonstrar apoio ao paciente diante de suas angústias e utilizar um tom de voz acolhedor. Atitudes como olhar, conversar e ser educado também foram salientados e associados a um comportamento que fez diferença para o atendimento. Conclusões: a comunicação não verbal é um elemento da comunicação que muitas vezes não recebe a devida atenção e importância pelos médicos e por outros profissionais de saúde. a percepção do paciente sobre o comportamento e as atitudes do médico é apurada e relevante para a consolidação da confiança no médico e para o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente. Ter consciência desse complexo processo que é a comunicação humana durante a formação acadêmica auxilia compreender com maior clareza o ser humano e permite oferecer um atendimento de melhor qualidade.
Introdução: a comunicação humana pode ser verbal, quando expressa por escrita e fala, ou não verbal, quando envolve o comportamento não expresso por palavras, como gestos, silêncio, expressões faciais e postura corporal. Estudos demonstram que 55% dos sentimentos são expressos através da comunicação não verbal, 38% pela voz e apenas 7% por palavras. a partir desse dado, pode-se inferir que a comunicação não verbal é de grande relevância para a relação médico-paciente, podendo fortalecer ou enfraquecer o vínculo de confiança entre eles e influenciar o sucesso do plano terapêutico e a satisfação do paciente quanto ao atendimento. a coerência e a complementariedade da comunicação verbal e não verbal também merecem destaque importante nessa relação, pois o conflito entre as duas mensagens pode dificultar a comunicação. o estudo da comunicação não verbal e a conscientização e o estímulo à reflexão de estudantes de medicina para a importância do tema na relação médico-paciente são necessários para o desenvolvimento de um atendimento mais humanizado e de melhor qualidade. Objetivos: Identificar que elementos da comunicação não verbal são mais relevantes para o paciente. Detectar quais gestos específicos que os médicos fazem que provocam um aumento da eficácia da comunicação médico-paciente e uma melhor qualidade do atendimento. Conscientizar os estudantes de medicina para a importância da comunicação não verbal na relação médico-paciente. Métodos: a pesquisa é do tipo exploratória-qualitativa e está sendo realizada em um complexo hospitalar universitário, contemplando pacientes que estão internados em enfermarias, recebendo atendimento ambulatorial e mães internadas em puerpério imediato. Os dados estão sendo coletados por intermédio de entrevista estruturada, após o consentimento do paciente. Resultados: Foram destacados, até o presente momento, alguns elementos da comunicação não verbal que melhoram a qualidade da consulta, como: dar atenção ao paciente e aos familiares, fazer o exame físico demonstrando que se importa com o paciente, saber interagir com o paciente e com os familiares, demonstrar apoio ao paciente diante de suas angústias e utilizar um tom de voz acolhedor. Atitudes como olhar, conversar e ser educado também foram salientados e associados a um comportamento que fez diferença para o atendimento. Conclusões: a comunicação não verbal é um elemento da comunicação que muitas vezes não recebe a devida atenção e importância pelos médicos e por outros profissionais de saúde. a percepção do paciente sobre o comportamento e as atitudes do médico é apurada e relevante para a consolidação da confiança no médico e para o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente. Ter consciência desse complexo processo que é a comunicação humana durante a formação acadêmica auxilia compreender com maior clareza o ser humano e permite oferecer um atendimento de melhor qualidade.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/medpro-cihhs-10599
Como citar:
Leite, Álvaro Jorge Madeiro; Neves Filho, Almir de Castro; Cunha, Karen Lopes; Simão, Dafne de Albuquerque; Rodrigues Filho, Fco. Crizanto; Maia Filho, João Tarcísio Alves; Lígia Cavalcante; "Comunicação Não Verbal: Gestos que Fazem a Diferença na Relação Médico-Paciente", p-233-233.
In: Anais do Congresso Internacional de Humanidades & Humanização em Saúde [= Blucher Medical Proceedings, vol.1, num.2].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/medpro-cihhs-10599
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TY - CONF T1 - Comunicação Não Verbal: Gestos que Fazem a Diferença na Relação Médico-Paciente JO - Blucher Medical Proceedings VL - 1 IS - 2 SP - 233 EP - 233 PY - 2014 T2 - Congresso Internacional de Humanidades & Humanização em Saúde AU - , , , , , , SN - 23577282 DO - http://dx.doi.org/10.5151/medpro-cihhs-10599 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/comunicao-no-verbal-gestos-que-fazem-a-diferena-na-relao-mdico-paciente-9646 KW - ER -
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Álvaro Jorge Madeiro Leite, Almir de Castro Neves Filho, Karen Lopes Cunha, Dafne de Albuquerque Simão, Fco. Crizanto Rodrigues Filho, João Tarcísio Alves Maia Filho, Lígia Menezes Cavalcante, Comunicação Não Verbal: Gestos que Fazem a Diferença na Relação Médico-Paciente, Blucher Medical Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 233-233, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/medpro-cihhs-10599 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/comunicao-no-verbal-gestos-que-fazem-a-diferena-na-relao-mdico-paciente-9646) Palavras-chave:: ;