Blucher Medical Proceedings
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Como Classificar o Paciente em Fleboestética
Como Classificar o Paciente em Fleboestética
Resumo:
Desde 1980, Dr Hiroshi Miyake já descrevia em suas aulas a importância da palpação da pele e boa iluminação para que as veias nutrícias fossem “pescadas” e as telangiectasias resistentes ao tratamento eliminadas “pela raiz”. Dr Hiroshi também frisava a importância do exame da safena. Naquela época não havia ultrassonografia e ele sempre considerou a flebografia um exame invasivo, com risco de alergia e flebite e portanto não indicava o exame para pacientes com problemas estéticos. Dizia que mesmo se a paciente fosse assintomática, sem veia safena palpável mas tivesse uma “tufo de telangiectasias” sobre a safena… a safena precisava ser retirada para que a lesão venosa fosse eliminada. Os anos se passaram e hoje em dia temos a disposição aparelhos de ultrassonografia de alta definição e portáteis, transiluminadores de pele e também a Realidade Aumentada (RA ). Aparelhos de RA filmam a pele e projetam sobre a pele uma imagem das veias que estão abaixo da pele. Tudo isso é feito em uma fração de segundos e nos permite ter a sensação que estamos vendo as veias que estão a profundidades de até 5mm. Conhecimentos adquiridos do Dr Hiroshi e o uso de tais tecnologia no dia-a-dia desde 2005 nos fez desenvolver o “Superficial Venous Score 9-1” uma classificação específica para o tratamento de fleboestética visto que as classificações existentes como o CEAP não visam determinar se há ou não a presença de veias nutrícias; o que consideramos fundamental para o sucesso no tratamento das lesões venosas estéticas de perna. Nessa aula discutiremos os diferentes tipos de classificação assim como as opções terapêuticas para cada uma delas.
Desde 1980, Dr Hiroshi Miyake já descrevia em suas aulas a importância da palpação da pele e boa iluminação para que as veias nutrícias fossem “pescadas” e as telangiectasias resistentes ao tratamento eliminadas “pela raiz”. Dr Hiroshi também frisava a importância do exame da safena. Naquela época não havia ultrassonografia e ele sempre considerou a flebografia um exame invasivo, com risco de alergia e flebite e portanto não indicava o exame para pacientes com problemas estéticos. Dizia que mesmo se a paciente fosse assintomática, sem veia safena palpável mas tivesse uma “tufo de telangiectasias” sobre a safena… a safena precisava ser retirada para que a lesão venosa fosse eliminada. Os anos se passaram e hoje em dia temos a disposição aparelhos de ultrassonografia de alta definição e portáteis, transiluminadores de pele e também a Realidade Aumentada (RA ). Aparelhos de RA filmam a pele e projetam sobre a pele uma imagem das veias que estão abaixo da pele. Tudo isso é feito em uma fração de segundos e nos permite ter a sensação que estamos vendo as veias que estão a profundidades de até 5mm. Conhecimentos adquiridos do Dr Hiroshi e o uso de tais tecnologia no dia-a-dia desde 2005 nos fez desenvolver o “Superficial Venous Score 9-1” uma classificação específica para o tratamento de fleboestética visto que as classificações existentes como o CEAP não visam determinar se há ou não a presença de veias nutrícias; o que consideramos fundamental para o sucesso no tratamento das lesões venosas estéticas de perna. Nessa aula discutiremos os diferentes tipos de classificação assim como as opções terapêuticas para cada uma delas.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/medpro-flebo-SIF_16
Como citar:
Miyake, K.; "Como Classificar o Paciente em Fleboestética", p-35-35.
In: In Anais do V Simpósio Internacional de Flebologia [=Blucher Medical Proceedings, n.1, v.1].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/medpro-flebo-SIF_16
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K. Miyake, Como Classificar o Paciente em Fleboestética, Blucher Medical Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 35-35, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/medpro-flebo-SIF_16 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/como-classificar-o-paciente-em-fleboesttica-9382) Palavras-chave:: ;