Artigo Completo - Open Access.

Idioma principal

AVALIAÇÃO FISICO-QUIMICA E MICROBIANA DE MÉIS COMERCIAIS DA GRANDE DOURADOS – MS

MORA JUNIOR, E.; SANTOS, M. S. M.; SILVA, E. M.; BATISTOTE, M.;

Artigo Completo:

O mel é produzido por abelhas melíferas a partir de néctar floral, sendo utilizado como alimento in natura e em compostos alimentares. Para tanto, deve atender os padrões de qualidade que asseguram seu caráter benéfico como fonte de nutrientes. O mel não é um produto estéril, entretanto, não favorece o desenvolvimento de microrganismos que possam estar nele contidos. Esses microrganismos podem ser advindos de fontes naturais primárias e secundárias e, geralmente, se mantêm viáveis sob forma de esporos podendo germinar e se desenvolver deteriorando o produto e causando infecções. Com isso, este estudo visou avaliar méis comerciais da região da grande Dourados – MS em relação à sua microbiota, por meio da quantificação de bactérias, leveduras e bolores, bem como aos parâmetros físico-químicos, tais como pH, acidez, açúcares redutores e sacarose aparente. As características físico-químicas avaliadas neste estudo estiveram em conformidade com a legislação brasileira. A microbiota dos méis analisados apresentou maior quantidade de esporos de mesófilos.

Artigo Completo:

Palavras-chave: mel,

Palavras-chave:

DOI: 10.5151/chemeng-cobeqic2017-322

Referências bibliográficas
  • [1] APACAME-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE APICULTORES CRIADORES DE ABELHAS MELÍFICAS EUROPÉIAS. Apicultura no Mato Grosso do Sul. Mensagem Doce. São Paulo, n.67, 2002. Disponível em: http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/67/comentario.htm. Acesso em 25 março de 2017.
  • [2] ARAÚJO, E. A.; BERNARDES, P. C.; ANDRADE, N. J.; FERNANDES, P. E.; SÁ, J. P. N. Hidrofobicidade de ribotipos de Bacillus cereus isolados de indústria de laticínios. Alim. Nutr., Araraquara v.20, n.3, p. 491-497, jul./set. 2009.
  • [3] BOGDANOV, S.; LÜLLMANN, C.; MARTIN, P.; VON DER OHE, W.; RUSSMANN, H.; VORWOHL, G.; ODDO, L. P.; SABATINI, A. G.; MARCAZZAN, G. L.; PIRO, R.; FLAMINI, C.; MORLOT, M.; LHÉRITIER, J.; BORNECK; R.; MARIOLEAS, P.; TSIGOURI; A.; KERKVLIET, J.; ORTIZ, A.; IVANOV, T.; D’ARCY, B.; MOSSEL, B.; VIT, P. Calidad de la miel de abejas y estándares de control: Revisión realizada por La Comisión Internacional de la Miel. 2001. Disponível em: . Acesso em 25 março de 2017.
  • [4] BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Instrução Normativa nº 11, de 20 de outubro de 2000. Regulamento técnico de identidade e qualidade do mel.
  • [5] Diário Oficial da União, Seção 1, p. 16-17. 23/10/2000. Disponível em: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis/action/detalhaAto.do?method=gravarAtoPDF&tipo=INM&numeroAto=00000011&seqAto=000&valorAno=2000&orgao=MAA&codTipo=&desItem=&desItemFim=. Acessado em 25 março de 2017.
  • [6] CAMPOS, G.; DELLA-MODESTA, R. C.; SILVA, T. J. P.; BAPTISTA, K. E.; GOMIDES, M. F.; GODOY, R. L. Classificação do mel em floral ou mel de melato. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, v.23, n.1, p.1-5, 2003.
  • [7] CASADO, P. S.; VIEIRA, G. H. C. Características físico-químicas de méis produzidos em Chapadão do Sul, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Anais do Seminário de Extensão Universitária SEMEX, 2011.
  • [8] FRANCO, B.D.G.M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo:Atheneu,
  • [9] 2008. 182p
  • [10] IBGE. Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal 2012. Disponível em: ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Pecuaria /Producao_da_Pecuaria_Municipal/2012/tabelas_pdf/tab08.pdf. Acessado em 25 março de 2017.
  • [11] OLAITAN, P. B.; ADELEKE, O. E.; OLA, I. O. Honey: a reservoir for microorganisms and an inhibitory agent for microbes. African Health Sciences, v.7, p.159-165. 2007. Disponível em: . Acesso em 25 março de 2017.
  • [12] SILVA, N.; JUNQUEIRA, V. C. A.; SILVEIRA, N. F. A.; TANIWAKI, M. H.; SANTOS, R. F. S.; GOMES, R. A. R . Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. 3ed. São Paulo: Livraria Varela, 552p. 2007.
  • [13] SNOWDON, J. A.; CLIVER, D. O. Microorganisms in honey. Int. J. Food Microbiol., v.31, p.1-26. 1996.
  • [14] TAORMINA, P. J.; NIEMIRA, B. A.; BEUCHAT, L. R. Inhibitory activity of honey against foodborne pathogens as influenced by the presence of hydrogen peroxide and level of antioxidant power. Int. J. Food Microbiol., v.69, p.217-225. 2001.
  • [15] ZENEBON, O.; PASCUET, N. S.; TIGLEA, P. Métodos físico-químicos para análise de alimentos. Instituto Adolfo Lutz (São Paulo). 1020 p. 2008. Versão eletrônica. Disponível em: http://www.ial.sp.gov.br. Acessado em 25 de março de 2017.
Como citar:

MORA JUNIOR, E.; SANTOS, M. S. M.; SILVA, E. M.; BATISTOTE, M.; "AVALIAÇÃO FISICO-QUIMICA E MICROBIANA DE MÉIS COMERCIAIS DA GRANDE DOURADOS – MS", p. 1826-1831 . In: Anais do XII Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica [=Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n.4]. ISSN Impresso: 2446-8711. São Paulo: Blucher, 2017.
ISSN 2359-1757, DOI 10.5151/chemeng-cobeqic2017-322

últimos 30 dias | último ano | desde a publicação


downloads


visualizações


indexações