Blucher Medical Proceedings
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Avaliação Do Risco De Sangramento Maior Com Anticoagulantes Orais Antagonistas Da Vitamina K Em Pacientes Com Fibrilação Atrial.
Avaliação Do Risco De Sangramento Maior Com Anticoagulantes Orais Antagonistas Da Vitamina K Em Pacientes Com Fibrilação Atrial.
Da Silva, A.L.F.; Pivatto Júnior, F.; Bezerra, I.V.; Pires, L.M.; Blaya, M.B.; Scheffel, R.S.
Resumo:
a fibrilação atrial é um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral (AVC). O uso de escores de risco para sangramento maior e AVC nos pacientes portadores dessa arritmia auxilia na avaliação do risco versus benefício da terapia de anticoagulação oral, que reduz significativamente o risco dessa complicação. Objetivos: descrever o percentual de pacientes anticoagulados por fibrilação atrial não-valvular com alto risco de sangramento maior em um ambulatório específico de controle de anticoagulação através do escore HAS-BLED, assim como identificar possíveis fatores de risco de sangramento modificáveis e comparar o risco de sangramento maior versus risco de AVC. Metodologia: estudo de coorte retrospectivo incluindo pacientes do Ambulatório de Anticoagulação do Serviço de Medicina Interna do HCPA. A análise descritiva foi realizada a partir da distribuição de frequência absoluta e relativa, para as variáveis qualitativas, e através da média/mediana e desvio-padrão/intervalo interquartil, para as quantitativas. Resultados: foram estudados 63 pacientes, com idade média (±dp) de 74,3±10,9 anos. A mediana (25-75%) do escore HAS-BLED foi de 2(1-3) pontos, sendo ≥ 3 (alto risco) em 19(30,2%) pacientes. Os fatores de risco modificáveis mais prevalentes foram TP INR lábil (36,5%) e o uso de drogas concomitantes (30,2%). O risco de sangramento maior baseado no escore HAS-BLED foi superior ao de AVC em 3(4,8%) e 4(6,3%) pacientes, na comparação com o escore CHADS2 e CHA2DS2-VASc, respectivamente. Conclusões: o percentual de pacientes com alto risco de sangramento maior foi de 30,2%, sendo identificados TP INR lábil e uso de drogas concomitantes como os fatores de risco modificáveis mais prevalentes. Além disso, verificou-se que o risco de sangramento maior foi superior ao risco de AVC em apenas 6,3% dos casos. O uso de escores de risco auxilia no embasamento da decisão clínica de início/manutenção da anticoagulação nesses pacientes.
a fibrilação atrial é um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral (AVC). O uso de escores de risco para sangramento maior e AVC nos pacientes portadores dessa arritmia auxilia na avaliação do risco versus benefício da terapia de anticoagulação oral, que reduz significativamente o risco dessa complicação. Objetivos: descrever o percentual de pacientes anticoagulados por fibrilação atrial não-valvular com alto risco de sangramento maior em um ambulatório específico de controle de anticoagulação através do escore HAS-BLED, assim como identificar possíveis fatores de risco de sangramento modificáveis e comparar o risco de sangramento maior versus risco de AVC. Metodologia: estudo de coorte retrospectivo incluindo pacientes do Ambulatório de Anticoagulação do Serviço de Medicina Interna do HCPA. A análise descritiva foi realizada a partir da distribuição de frequência absoluta e relativa, para as variáveis qualitativas, e através da média/mediana e desvio-padrão/intervalo interquartil, para as quantitativas. Resultados: foram estudados 63 pacientes, com idade média (±dp) de 74,3±10,9 anos. A mediana (25-75%) do escore HAS-BLED foi de 2(1-3) pontos, sendo ≥ 3 (alto risco) em 19(30,2%) pacientes. Os fatores de risco modificáveis mais prevalentes foram TP INR lábil (36,5%) e o uso de drogas concomitantes (30,2%). O risco de sangramento maior baseado no escore HAS-BLED foi superior ao de AVC em 3(4,8%) e 4(6,3%) pacientes, na comparação com o escore CHADS2 e CHA2DS2-VASc, respectivamente. Conclusões: o percentual de pacientes com alto risco de sangramento maior foi de 30,2%, sendo identificados TP INR lábil e uso de drogas concomitantes como os fatores de risco modificáveis mais prevalentes. Além disso, verificou-se que o risco de sangramento maior foi superior ao risco de AVC em apenas 6,3% dos casos. O uso de escores de risco auxilia no embasamento da decisão clínica de início/manutenção da anticoagulação nesses pacientes.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/medpro-II-cbmh-077
Referências bibliográficas
- [1]
Como citar:
Da Silva, A.L.F.; Pivatto Júnior, F.; Bezerra, I.V.; Pires, L.M.; Blaya, M.B.; Scheffel, R.S.; "Avaliação Do Risco De Sangramento Maior Com Anticoagulantes Orais Antagonistas Da Vitamina K Em Pacientes Com Fibrilação Atrial.", p-79-79.
In: .
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/medpro-II-cbmh-077
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TY - CONF T1 - Avaliação Do Risco De Sangramento Maior Com Anticoagulantes Orais Antagonistas Da Vitamina K Em Pacientes Com Fibrilação Atrial. JO - Blucher Medical Proceedings VL - 1 IS - 5 SP - 79 EP - 79 PY - 2014 T2 - II Congresso Brasileiro de Medicina Hospitalar AU - , , , , , SN - 23577282 DO - http://dx.doi.org/10.5151/medpro-II-cbmh-077 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/avaliao-do-risco-de-sangramento-maior-com-anticoagulantes-orais-antagonistas-da-vitamina-k-em-pacientes-com-fibrilao-atrial-13395 KW - ER -
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A.L.F. Da Silva, F. Pivatto Júnior, I.V. Bezerra, L.M. Pires, M.B. Blaya, R.S. Scheffel, Avaliação Do Risco De Sangramento Maior Com Anticoagulantes Orais Antagonistas Da Vitamina K Em Pacientes Com Fibrilação Atrial., Blucher Medical Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 79-79, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/medpro-II-cbmh-077 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/avaliao-do-risco-de-sangramento-maior-com-anticoagulantes-orais-antagonistas-da-vitamina-k-em-pacientes-com-fibrilao-atrial-13395) Palavras-chave:: ;