junho 2019 vol. 2 num. 1 - Encontro Anual da Biofísica 2019

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ATUAÇÃO RADIOPROTETORA DO Ginkgo biloba NA ATIVIDADE ELÉTRICA CEREBRAL DE RATOS WISTAR EXPOSTOS A 18 GY DE RADIAÇÃO IONIZANTE

ATUAÇÃO RADIOPROTETORA DO Ginkgo biloba NA ATIVIDADE ELÉTRICA CEREBRAL DE RATOS WISTAR EXPOSTOS A 18 GY DE RADIAÇÃO IONIZANTE

Cavalcanti, Camilla de Andrade Tenorio; Oliveira Filho, Jonas Sérgio de; Isvânia Maria Serafim da Silva Lopes, ; Aguiar, Leandro Álvaro de Alcântara; Oliveira, Alexandre Parísio Barbosa de; Nogueira, Romildo de Albuquerque;

Artigo completo:

A radiação ionizante (RI) é uma modalidade de radiação que tem energia suficiente para, durante a sua interação, remover elétrons orbitais dos átomos (PINO E GIOVEDI, 2005; GARCIA, 2015). Esse processo de ionização, ao alterar os átomos, também pode alterar a estrutura das moléculas que eles constituem. Sendo a energia de ionização maior do que a energia de ligação química entre os átomos, pode ocorrer quebra das ligações químicas e consequentemente mudanças moleculares (TAUHATA et al., 2003). Apesar da crescente utilização da RI pela medicina, ela pode ocasionar diversos efeitos colaterais. Esses efeitos são classificados em estocásticos e determinísticos. Os estocásticos tratam-se dos efeitos colaterais que são proporcionais a dose recebida, dessa forma, não existe um limiar de dose. Já os determinísticos são aqueles que a severidade ou gravidade do dano aumenta com a dose aplicada, nesse caso, existe um limiar de dose, onde abaixo dele os danos celulares são insuficientes para prejudicar o tecido ou órgão (TAUHATA et al., 2003).

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A radiação ionizante (RI) é uma modalidade de radiação que tem energia suficiente para, durante a sua interação, remover elétrons orbitais dos átomos (PINO E GIOVEDI, 2005; GARCIA, 2015). Esse processo de ionização, ao alterar os átomos, também pode alterar a estrutura das moléculas que eles constituem. Sendo a energia de ionização maior do que a energia de ligação química entre os átomos, pode ocorrer quebra das ligações químicas e consequentemente mudanças moleculares (TAUHATA et al., 2003). Apesar da crescente utilização da RI pela medicina, ela pode ocasionar diversos efeitos colaterais. Esses efeitos são classificados em estocásticos e determinísticos. Os estocásticos tratam-se dos efeitos colaterais que são proporcionais a dose recebida, dessa forma, não existe um limiar de dose. Já os determinísticos são aqueles que a severidade ou gravidade do dano aumenta com a dose aplicada, nesse caso, existe um limiar de dose, onde abaixo dele os danos celulares são insuficientes para prejudicar o tecido ou órgão (TAUHATA et al., 2003).

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DOI: 10.5151/biofisica2019-11

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Como citar:

Cavalcanti, Camilla de Andrade Tenorio; Oliveira Filho, Jonas Sérgio de; Isvânia Maria Serafim da Silva Lopes, ; Aguiar, Leandro Álvaro de Alcântara; Oliveira, Alexandre Parísio Barbosa de; Nogueira, Romildo de Albuquerque; "ATUAÇÃO RADIOPROTETORA DO Ginkgo biloba NA ATIVIDADE ELÉTRICA CEREBRAL DE RATOS WISTAR EXPOSTOS A 18 GY DE RADIAÇÃO IONIZANTE", p. 36-39 . In: Anais do Encontro Anual da Biofísica 2019. São Paulo: Blucher, 2019.
ISSN 2526--607-1, DOI 10.5151/biofisica2019-11

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