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AS CONTRIBUIÇÕES DOS ARQUÉTIPOS PARA O DESIGN DE EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTERFACES GRÁFICAS

Souza, Felipe Machado de; Fialho, Francisco Antônio Pereira;

Artigo Completo:

O presente artigo pretende verificar como os arquétipos tem sido utilizados, hoje, em projetos de design de experiência do usuário nos meios que dão acesso – especificadamente as interfaces gráficas – ao consumo de bens e serviços no ciberespaço. O ciberespaço, tem se tornado um excelente ambiente de interatividade entre corporações e sujeitos que não existia há poucos anos, garantindo maior visibilidade no acirrado mercado competitivo. A interatividade possibilitada pela internet, por meio das interfaces gráficas, proporciona aos indivíduos experiências cada vez mais sofisticadas no ato de consumir. Logo, os ambientes virtuais podem ser considerados lugares propícios para proporcionar emoções e experiências significativas aos usuários por meio dos arquétipos. Termo cunhado pelo psiquiatra Carl Gustav Jung, os arquétipos são considerados as bases psíquicas que estimulam emoções e experiências intangíveis aos seres humanos. Por meio da perspectiva arquetípica é possível garantir significados profundos aos produtos e serviços, estejam eles em ambientes físicos ou virtuais. Quando bem aplicados nas estratégias das corporações, online ou offline, os arquétipos permitem liberar emoções e anseios profundos nos indivíduos, estimulando experiências positivas no ato de consumir e interagir com as corporações. Dentre as áreas que podem usufruir da potencialidade dos arquétipos está o design de experiência do usuário voltado às interfaces gráficas. Ou seja, os fatores humanos – no que se refere aos sentimentos e às emoções – têm papel central para o bom desempenho da experiência no ciberespaço, tornando os arquétipos potenciais ferramentas na construção de interfaces gráficas. Metodologicamente, o presente estudo foi realizado utilizando uma pesquisa exploratória e quantitativa, a partir de uma revisão sistemática ocorrida em cinco base de dados internacionais, entre elas: Scopus, Ebsco, Emerald, Springerlink e Science Direct. Os resultados encontrados evidenciam o estado da arte e a evolução da pesquisa sobre o uso dor arquétipos em interfaces gráficas. Basicamente, hoje, os arquétipos tem sido bastante utilizados para a construção das personas dos usuários que direcionam os projetos das interfaces gráficas, mas percebe-se que não foram, ainda, utilizados com a mesma eficácia que na construção e posicionamento de marcas.

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Palavras-chave: Design de Experiência do Usuário; Emoções; Arquétipos; Interfaces Gráficas; Personas.,

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DOI: 10.5151/despro-ped2016-0426

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Como citar:

Souza, Felipe Machado de; Fialho, Francisco Antônio Pereira; "AS CONTRIBUIÇÕES DOS ARQUÉTIPOS PARA O DESIGN DE EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTERFACES GRÁFICAS", p. 4971-4983 . In: Anais do 12º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design [= Blucher Design Proceedings, v. 9, n. 2]. São Paulo: Blucher, 2016.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/despro-ped2016-0426

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