Blucher Engineering Proceedings
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ANÁLISE DO PROCESSO DE OZONIZAÇÃO PARA TRATAMENDO DE ESGOTO SANITÁRIO SINTÉTICO
ANÁLISE DO PROCESSO DE OZONIZAÇÃO PARA TRATAMENDO DE ESGOTO SANITÁRIO SINTÉTICO
Mendonça, Maria Zizi Martins; Silva, Andressa de Moura; Aguiar, Camila Marques Alves; Salla, Márcio Ricardo
Artigo Completo:
As estações de tratamento de esgoto (ETE) brasileiras raramente aplicam aos seus efluentes o tratamento terciário, uma etapa de polimento e desinfecção que remove organismos patogênicos, nutrientes e matéria orgânica restantes. A importância deste refinamento se destaca frente a escassez de água e o aumento da poluição nos corpos hídricos. Diversas tecnologias podem ser usadas para realizar a desinfecção de efluentes sanitários, dentre elas destaca-se a ozonização. O gás ozônio tem um alto poder oxidante e não gera produtos residuais tóxicos. Este trabalho apresenta o desempenho de um sistema de ozonização no tratamento de esgoto sanitário sintético, objetivando simular o efluente real esgoto doméstico. O sistema é composto por um ozonizador que produz gás ozônio a partir da injeção de oxigênio por um cilindro, o ozônio passa por um rotâmetro que permite controlar a vazão de gás entre 60 e 300 L/h. O gás é injetado em uma coluna de acrílico transparente de 1,5 m de altura e 100 mm de diâmetro interno, o difusor microporoso localizado na entrada de gás da coluna faz com que o ozônio seja borbulhado e difundido pelo efluente. Devido a toxicidade do gás ozônio, dois frascos lavadores de gás contendo 2L de solução de iodeto de potássio a 2%, cada um lavando o ozônio que não reagiu com o efluente e liberando oxigênio para atmosfera. Em pH in natura para o efluente, foram avaliados os parâmetros: cor verdadeira, turbidez, pH e DQO para as vazões de gás 60, 120, 180, 240 e 300 L/h e os tempos 5, 10, 20, 40 e 60 min. A configuração de tratamento aplicada que apresentou maior eficiência de remoção foi a com vazão de 300 L/h e tempo de contato de 60 min, resultando em uma remoção de 78,26% de cor, 68,8% de turbidez e 59,9% de DQO. A ozonização se mostrou um processo eficiente para o tratamento de esgoto sanitário sintético, podendo, futuramente, ser expandido ao tratamento do efluente real correspondente.
As estações de tratamento de esgoto (ETE) brasileiras raramente aplicam aos seus efluentes o tratamento terciário, uma etapa de polimento e desinfecção que remove organismos patogênicos, nutrientes e matéria orgânica restantes. A importância deste refinamento se destaca frente a escassez de água e o aumento da poluição nos corpos hídricos. Diversas tecnologias podem ser usadas para realizar a desinfecção de efluentes sanitários, dentre elas destaca-se a ozonização. O gás ozônio tem um alto poder oxidante e não gera produtos residuais tóxicos. Este trabalho apresenta o desempenho de um sistema de ozonização no tratamento de esgoto sanitário sintético, objetivando simular o efluente real esgoto doméstico. O sistema é composto por um ozonizador que produz gás ozônio a partir da injeção de oxigênio por um cilindro, o ozônio passa por um rotâmetro que permite controlar a vazão de gás entre 60 e 300 L/h. O gás é injetado em uma coluna de acrílico transparente de 1,5 m de altura e 100 mm de diâmetro interno, o difusor microporoso localizado na entrada de gás da coluna faz com que o ozônio seja borbulhado e difundido pelo efluente. Devido a toxicidade do gás ozônio, dois frascos lavadores de gás contendo 2L de solução de iodeto de potássio a 2%, cada um lavando o ozônio que não reagiu com o efluente e liberando oxigênio para atmosfera. Em pH in natura para o efluente, foram avaliados os parâmetros: cor verdadeira, turbidez, pH e DQO para as vazões de gás 60, 120, 180, 240 e 300 L/h e os tempos 5, 10, 20, 40 e 60 min. A configuração de tratamento aplicada que apresentou maior eficiência de remoção foi a com vazão de 300 L/h e tempo de contato de 60 min, resultando em uma remoção de 78,26% de cor, 68,8% de turbidez e 59,9% de DQO. A ozonização se mostrou um processo eficiente para o tratamento de esgoto sanitário sintético, podendo, futuramente, ser expandido ao tratamento do efluente real correspondente.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/xveneeamb-088
Referências bibliográficas
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Como citar:
Mendonça, Maria Zizi Martins; Silva, Andressa de Moura; Aguiar, Camila Marques Alves; Salla, Márcio Ricardo; "ANÁLISE DO PROCESSO DE OZONIZAÇÃO PARA TRATAMENDO DE ESGOTO SANITÁRIO SINTÉTICO", p-879-888.
In: .
São Paulo: Blucher,
2017.
ISSN 23577592,
DOI 10.5151/xveneeamb-088
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Maria Zizi Martins Mendonça, Andressa de Moura Silva, Camila Marques Alves Aguiar, Márcio Ricardo Salla, ANÁLISE DO PROCESSO DE OZONIZAÇÃO PARA TRATAMENDO DE ESGOTO SANITÁRIO SINTÉTICO, Blucher Engineering Proceedings, Volume 4, 2017, Pages 879-888, ISSN 23577592, http://dx.doi.org/10.5151/xveneeamb-088 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/anlise-do-processo-de-ozonizao-para-tratamendo-de-esgoto-sanitrio-sinttico-26758) Palavras-chave:: ;