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Viabilidade Gastrointestinal Simulada de Micropartículas com Lactobacillus Acidophilus Obtidas por Gelificação Iônica

Viabilidade Gastrointestinal Simulada de Micropartículas com Lactobacillus Acidophilus Obtidas por Gelificação Iônica

Raddatz, Greice Carine; Etchepare, Mariana de Araújo; Poletto, Gabriela; Menezes, Maria Fernanda da Silveira Cáceres de; Barin, Marina Pippi; Silva, Thaiane Marques da; Holkem, Augusto Tasch; Cavalheiro, Carlos Pasqualin; Hildebrand, Hilda; Menezes, Cristiano Ragagnin de;

Abstract:

A principal barreira dos microrganismos probióticos após sua ingestão é o trato gastrointestinal, onde estes devem resistir ao suco gástrico, à bile e à secreção pancreática mantendo-se viáveis para colonizar o intestino e promover seu efeito benéfico. Diversos estudos têm mostrado que os probióticos podem ser significativamente protegidos através da técnica de microencapsulação.O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade de micropartículas com Lactobacillus acidophilus obtidas por gelificação iônica frente às condições gastrointestinais simuladas.A produção das microcápsulas foi realizada através da técnica de extrusão/aspersão. Foram preparadas duas soluções: a primeira contendo 1% de alginato de sódio (ALG) e a segunda contendo 1% de alginato de sódio + 1% de Hi-maize (prebiótico) (AHM), ambas contendo Lactobacillus acidophillus como probióticos.Para avaliar a resistência das microcápsulas frente às condições gastrointestinais, fez-se o uso de 1 g de micropartículas com incubação sequencial, em condições simuladas in vitro do ambiente gástrico em pH 1,8, por 120 minutos. Logo, o pH foi alterado para 5,0 para simular as condições do ambiente intestinal, também por 120 minutos e, para finalizar a análise, o pH foi novamente alterado para 7,5 ainda simulando condições intestinais por mais 120 minutos.Comparando as duas formulações (ALG e AHM) após o aumento do pH 1,8 para pH 5,0 e , em seguida, pH 5,0 para pH 7,5 , o número de células viáveis para todos os tratamentos foi 106 log UFC/g, estando dentro dos padrões exigidos para que ocorram os benefícios exercidos pelos probióticos.No final da análise obtiveram-se reduções de log de 3,67 e 3,01 para as microcápsulas ALG e AHM respectivamente quando comparadas à contagem do tempo zero, demonstrando que os tratamentos apresentaram diferenças significativas entre si. O tratamento AHM apresentou a menor perda de viabilidade no decorrer da simulação do trato gastrointestinal. Estes resultados indicam que a microencapsulação de Lactobacillus acidophilus, utilizando alginato de sódio como principal material encapsulante, pode aumentar a sobrevivência celular mesmo quando submetido a condições adversas. No entanto, observa-se que a proteção pode ser significativamente melhorada se houver a adição de um prebiótico na formulação da cápsula.

Abstract:

Palavras-chave: gelificação iônica, Lactobacillus acidophilus , microencapsulação, simulação gastrointestinal, viabilidade,

Palavras-chave:

DOI: 10.5151/foodsci-microal-164

Referências bibliográficas
Como citar:

Raddatz, Greice Carine; Etchepare, Mariana de Araújo; Poletto, Gabriela; Menezes, Maria Fernanda da Silveira Cáceres de; Barin, Marina Pippi; Silva, Thaiane Marques da; Holkem, Augusto Tasch; Cavalheiro, Carlos Pasqualin; Hildebrand, Hilda; Menezes, Cristiano Ragagnin de; "Viabilidade Gastrointestinal Simulada de Micropartículas com Lactobacillus Acidophilus Obtidas por Gelificação Iônica", p. 327-328 . In: Proceedings of the XII Latin American Congress on Food Microbiology and Hygiene [=Blucher Food Science Proceedings, v.1, n.1]. São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2359-201X, DOI 10.5151/foodsci-microal-164

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