dezembro 2014 vol. 1 num. 5 - II Congresso Brasileiro de Medicina Hospitalar

Resumo - Open Access.

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Perfil Microbiológico das Precauções de Transmissão nas Internações e nos CTIs em Hospital Universitário de Canoas-RS, de maio/2011 a maio/2014

Sobreira, L.S.; Tonin, J.J.; Coronel, J.L.; Zambon, J.D.S.; Roza, L.E.M.; Amaral, M.V.F; Vidaletti, T.B.;

Resumo:

O objetivo deste estudo é traçar o perfil dos microorganismos dos isolamentos em Hospital Universitário de Canoas, Rio Grande do Sul. Método: Estudo analítico retrospectivo não intervencional, avaliando perfil dos germes em precauções de transmissão de maio/2011 a maio/2014. Utilizou-se o banco de dados do Sistema de Controle de Infecções Hospitalares. Para a análise estatística foi utilizado o programa IBM SPSS Statistics V.20. Foram utilizados Análise Estatística Descritiva e Crostables para demonstrar dados dos germes, sítios de coleta de amostra e setores. Resultado: Houve 1037 precauções de transmissão, com os germes: Acinetobacter SPP com 29,6% (307), Klebsiella Carba Resistente 8,7% (90), Klebsiella Pneumoniae ESBL 7,1% (74), Tuberculose 5,6% (58), MRSA 5,3% (55), Pseudomonas Aeruginosa Carba Resistente 4,9% (51), Pseudomonas Aeruginosa 3,9% (40), VRE 3,8% (39), Klebsiella Pneumoniae Carba Resistente KPC POSITIVO 3,5% (36), E. Coli ESBL 2,7% (28), Klebsiella Pneumoniae ESBL 2% (21) e outros germes com menos de 2% cada. Por setor, identificamos 61% no CTI Adulto, 26,9% na Internação, 8,6% na CTI Pediátrica e 3,6% na CTI Neonatal. Principais germes na CTI Adulto são Acinetobacter SPP com 21,6%, Klebsiella Pneumoniae Carba Resistente 8,4% e Pseudomonas Aeruginosa Carba Resistente 4,1%. No setor de internação Acinetobacter SPP. 6,8%, Klebsiella Pneumoniae ESBL 4,7% e MRSA e Tuberculose com 2% cada. No CTI Pediátrico Klebsiella Pneumoniae 1,5%, Acinetobacter SPP 1,3% e VRE 1,6%. Na CTI Neonatal Staphyllococcus Epidermidis e Serratia SPP com 0,6% cada e Klebsiella Pneumoniae com 0,4%. Os sítios de coleta da amostra demonstraram, em ordem de infecção: Aspirado traqueal 25,3% com Acinetobacter SPP, Pseudomonas Aeruginosa Carba Resistente e Klebsiella Pneumoniae (13,2%, 2,8% e 2% respect.) Urina 19,3% com Klebsiella Pneumoniae Carba Resist., Klebsiella Pneumoniae Ertapenen Resist.e VRE (3,9%, 3,6% e 2% respectivamente) Hemocultura 12,6% com Acinetobacter SPP, Klebsiella Pneumoniae ESBL e MRSA (4,8%, 2,1 e 1,4% respect.). Conclusão: Conhecimento sobre a epidemiologia de microrganismos nosocomiais e suas peculiaridades são fundamentais para elaborar ações contra os germes. Conhecer a prevalência dos germes locais pode otimizar a conduta médica, aliando a prática clínica à robustez da estatística.

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DOI: 10.5151/medpro-II-cbmh-001

Referências bibliográficas
Como citar:

Sobreira, L.S.; Tonin, J.J.; Coronel, J.L.; Zambon, J.D.S.; Roza, L.E.M.; Amaral, M.V.F; Vidaletti, T.B.; "Perfil Microbiológico das Precauções de Transmissão nas Internações e nos CTIs em Hospital Universitário de Canoas-RS, de maio/2011 a maio/2014", p. 10 . In: . São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2357-7282, DOI 10.5151/medpro-II-cbmh-001

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