Artigo Completo - Open Access.

Idioma principal

EXTRAÇÃO DE QUITINA, SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE QUITOSANA OBTIDA ATRAVÉS DE RESÍDUOS DE CAMARÃO (Macrobrachium amazonicum)

ALMEIDA, L. P.; da L. RODRIGUES, W.; AGUIAR, N. V.; da SILVA, R. S.; MOREIRA, C. K. P.;

Artigo Completo:

A quitosana é um polímero natural, biocompatível, biodegradável, e atóxico. É derivada do processo de desacetilação da quitina, a qual constitui a maior parte do exoesqueleto dos insetos, crustáceos e parede celular de fungos. Depois da celulose, é o composto orgânico mais encontrado na natureza. A quitina foi separada dos outros componentes dos resíduos de camarão (Macrobrachium amazonicum) por um processo químico que envolve 3 etapas: desmineralização, desproteinização, e despigmen­tação. A quitosana produzida foi caracterizada através dos processos de titulação potenciométrica, a fim de encontrar seu grau de desacetilação (85,32%), determinação de viscosidade intrínseca, para definir sua massa molecular (503223 g/mol), e difratometria de raio X para determinar seu índice de cristalinidade (66,67%).

Artigo Completo:

Palavras-chave: ,

Palavras-chave: ,

DOI: 10.5151/chemeng-cobeqic2015-477-34107-262119

Referências bibliográficas
  • [1] ACOSTA, N. et al., Extraction and characterization of chitin from crustaceans. Biomass and Bioenergy. v. 5, n. 2, p. 145-153. 1993.
  • [2] ASSIS, O. B.G.; BRITO, D. Processo básico de extração de quitinas e produção de quitosana a partir de resíduos de carnicicultura. R. Bras. Agrociência, Pelotas, v.14, n.1, p.91-100. 2008.
  • [3] BATTISTI, M. V. Obtenção e caracterização de quitina e quitosana de Macrobrachium resenbergii. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos. 2002.
  • [4] CAMPANA, F. S.; SIGNINI, R. Efeito de Aditivos na Desacetilação de Quitina. Polímeros: Ciência e Tecnologia, v.11, n.4, p. 169-173. 2001.
  • [5] CAMPANA, F. S.; SIGNINI, R. Purificação e caracterização de quitosana comercial. Polímeros: Ciência e Tecnologia, v.8, n.4, p. 63-68. 1998.
  • [6] CATÃO, A. J. L. Estudo de adsorção de íons cobre (II) em esferas de quitosana e esferas de quitonasa reticulada. Dissertação. Universidade Estadual de Goias, Anápolis. 2012.
  • [7] GOOSEN, M. F. A., Application of Chitin and Chitosan. Technomic Publishing Company, Inc. Lancaster, Pennsylvania. USA. 1996.
  • [8] HUGGINS, M. L. The viscosity of dilute solutions of long-chain molecules. J. Am. Chem. Soc. v. 64, n. 11, p. 2716-271 1942.
  • [9] MARTINO, A.; Immobilization of beta-glucosidae from a commercial preparation. Part 1. A comparative study of natural supports. Process Biochemistry, New York, v. 31, p. 281-285. 1996.
  • [10] MELLO, K. G. P. C. Imobilização de pepsina em membranas liofilizadas de quitosana e o-carboximetilquitosana. 2009. Dissertação (Doutorado) – Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
  • [11] REGE, P. R.; BLOCK, L. H. Chitosan processing: influence of process parameters during acidic and alkaline hydrolysis and effect of the processing sequence on the resultant chitosan’s properties. Carbohydr. Res. v. 321, n. 3, p. 235-245. 1999.
  • [12] ROBERTS, G. A. F. Chitin Chemistry. The Macmillan Press, London, p. 54.1992.
  • [13] SANTOS, J. E.; et al. Caracterização de quitosanas comerciais de diferentes origens. UFSCar e USP. Ciência e Tecnologia. v. 13, n. 4. 2003.
  • [14] SHAHIDI, F.; SYNOWIECKIT, J. Isolation and characterization of nutrients and value-added products from snow crab (chinoecetesopilio) and shrimp (pandalus borealis) processing discards. Journal Of Agricultural And Food Chemistry, Easton, v. 39, p. 1527-1532. 1991.
Como citar:

ALMEIDA, L. P.; da L. RODRIGUES, W.; AGUIAR, N. V.; da SILVA, R. S.; MOREIRA, C. K. P.; "EXTRAÇÃO DE QUITINA, SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE QUITOSANA OBTIDA ATRAVÉS DE RESÍDUOS DE CAMARÃO (Macrobrachium amazonicum)", p. 2272-2278 . In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica [=Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n.3]. ISSN Impresso: 2446-8711. São Paulo: Blucher, 2015.
ISSN 2359-1757, DOI 10.5151/chemeng-cobeqic2015-477-34107-262119

últimos 30 dias | último ano | desde a publicação


downloads


visualizações


indexações