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Estafilococos Coagulase Positiva em Amostras de Queijo Minas Frescal Vendidos em João Pessoa – Pb

Estafilococos Coagulase Positiva em Amostras de Queijo Minas Frescal Vendidos em João Pessoa – Pb

Luciano, Winnie Alencar; Lima, Roberta Santos; Lima, Maiara da Costa; Carvalho, Rhayane Idalyne; Alves, Eryka Maria dos Santos; Sousa, Jossana Pereira de; Ribeiro, Thais Santana; Souza, Evandro Leite de; Conceição, Maria Lúcia da;

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O queijo minas frescal também pode ser classificado segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária de duas formas: de alta umidade (46%) ou de muita alta umidade (55%) com bactérias lácticas abundantes e viáveis, que influenciam na proliferação de micro-organismos, em particular, Estafilococos coagulase positiva. Este trabalho teve como objetivo monitorar a presença de Estafilococos coagulase positiva em amostras de queijo minas frescal vendidos em João Pessoa – PB. Amostras de queijos mina frescal foram adquiridas cinco marcas denominadas como R1 (n=4), R2 (n=3), R3 (n=2), R4 (n=2) e R5 (n=3) perfazendo 14 amostras, tendo-se como fator de exclusão produtos que apresentarem o mesmo lote, provenientes de alguns estabelecimentos comerciais da cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. As amostras foram avaliadas quanto à presença das bactérias Estafilococos coagulase positiva, isolada pela técnica da microgota utilizando-se um inóculo de 10µl em Vogel Johnson Agar (Himédia, India) seguindo de incubação a 35 (±2ºC) por 24-48 horas. Após esse período de incubação, colônias típicas de Estafilococos foram isoladas e identificadas pelos testes de Coagulase, catalase e DNASE confirmando a presença de Estafilococos coagulase positiva, ou seja, Staphylococcus aureus. As análises foram realizadas no Laboratório de Microbiologia e Bioquímica de Alimentos do departamento de Nutrição do centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba. Os resultados obtidos neste estudo revelaram que 13 (96,86%) amostras estavam contaminadas por Estafilococos. Na marca R1 obteve-se contagens entre 6,78±0,00 a 8,07±0,00, na R2 de 6,48±0,00 a 8,25±0,00, na R3 6,04±0,00 a 8,01±0,00, na R4 de 6,79±0,00 a 8,23±0,00 e na R5 entre 6,48±0,00 e 7,51±0,00. Confrontando-se os valores encontrados com a Legislação vigente verificou-se que todas as amostras estavam em desacordo com a legislação que fixa em 10Andlt;supAndgt;3Andlt;/supAndgt; (3 logAndlt;subAndgt;10Andlt;/subAndgt;UFC/g) o limite máximo. Em termos conclusivos, constata-se que essas contagens despertam à possibilidade da produção de enterotoxinas, constituindo em um perigo eminente para a saúde do consumidor, tendo em vista, que todas as amostras estavam dentro do prazo de validade. Considerando a técnica empregada, ressalta-se a ótima reprodutividade da população microbiana e, por conseguinte, apta para o uso em laboratório.

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Palavras-chave: Contaminação, Estafilococos coagulase positiva, Queijo minas frescal,

Palavras-chave:

DOI: 10.5151/foodsci-microal-204

Referências bibliográficas
Como citar:

Luciano, Winnie Alencar; Lima, Roberta Santos; Lima, Maiara da Costa; Carvalho, Rhayane Idalyne; Alves, Eryka Maria dos Santos; Sousa, Jossana Pereira de; Ribeiro, Thais Santana; Souza, Evandro Leite de; Conceição, Maria Lúcia da; "Estafilococos Coagulase Positiva em Amostras de Queijo Minas Frescal Vendidos em João Pessoa – Pb", p. 403-404 . In: Proceedings of the XII Latin American Congress on Food Microbiology and Hygiene [=Blucher Food Science Proceedings, v.1, n.1]. São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2359-201X, DOI 10.5151/foodsci-microal-204

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