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DIRETRIZES PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS CEGAS EM MUSEUS

Mora, Adriana Bolaños; Cattani, Airton; Costa, Filipe Campelo Xavier da;

Artigo:

A predominância visual nos museus sugere uma mudança de parte dos profissionais encarregados de projetar estratégias comunicacionais, visando assim a inclusão de pessoas cegas nestes espaços, pois esta realidade gera dificuldades para usufruí-los. Esta pesquisa pretende abordar as possibilidades do design, para contribuir na diminuição do afastamento ou frustração de pessoas cegas quando estão em um museu. A partir da pesquisa fenomenológica, a experiência pessoal do cego e quatro exibições latino-americanas estudadas, foi construído um referencial das possibilidades de gerar inclusão através da geração de experiências sensoriais. Para isto, foi feita uma réplica de uma peça de museu, que além de poder ser tocada, foi complementada com audiodescrição. A análise dos dados permitiu identificar diretrizes que ao implementá-las ofereçam ao público cego a chance de fazer a visita com independência e desfrutá-la junto com quem enxerga, contribuindo assim para que esse momento seja inesquecível.

Artigo:

Palavras-chave: Estímulos sensoriais, Inclusão em museus, Deficiência Visual, Pessoas cegas, Experiência inclusiva.,

Palavras-chave: ,

DOI: 10.5151/designpro-ped-00466

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Como citar:

Mora, Adriana Bolaños; Cattani, Airton; Costa, Filipe Campelo Xavier da; "DIRETRIZES PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS CEGAS EM MUSEUS", p. 3518-3529 . In: Anais do 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design [= Blucher Design Proceedings, v. 1, n. 4]. São Paulo: Blucher, 2014.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/designpro-ped-00466

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