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A natureza-morta: uma reflexão poética e fotográfica

Menegazzo, Maria Adélia;

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Nascida como um gênero da pintura holandesa do século XVI, a natureza-morta atendia tanto a um gosto meramente decorativo, quanto à necessidade de reflexões profundas sobre a efemeridade da presença humana no mundo. Enquanto vanitas, tinha como função lembrar que os prazeres e as aparências são passageiras; enquanto memento mori, induzia à reflexão sobre a vida e a morte, atingindo, em ambas, as formas e o caráter alegórico. Desde os primórdios da fotografia, o modelo é a pintura, e o tema da natureza-morta aparece tanto em clássicos como Talbot e Bayard, quanto nos modernos Rodtchenko e Cartier-Bresson. Nosso trabalho pretende investigar as configurações que o tema encontra na poesia contemporânea de Ana Martins Marques, bem como em fotografias de Robert Frank e Francesca Woodmann e em vídeos de Sam Taylor Wood, enfatizando seu caráter indicial, alegórico e narrativo.

Artigo Completo:

Palavras-chave: fotografia, poesia, vídeo, natureza-morta, alegoria, narrativa,

Palavras-chave: ,

DOI: 10.5151/phypro-intermidialidade2014-012

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Como citar:

Menegazzo, Maria Adélia; "A natureza-morta: uma reflexão poética e fotográfica", p. 147-162 . In: Aguiar, Daniella; Queiroz, João (Eds.). Anais do 1º Congresso Internacional de Intermidialidade 2014 [=Blucher Arts Proceedings, v.1 n.1]. São Paulo: Blucher, 2015.
ISSN 2447-3332, DOI 10.5151/phypro-intermidialidade2014-012

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